<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087</id><updated>2012-02-16T06:04:28.581-02:00</updated><title type='text'>Aspectos do Cotidiano</title><subtitle type='html'>Impressões sobre cenas do dia-a-dia</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>42</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-5466521127143320838</id><published>2011-08-27T23:00:00.003-03:00</published><updated>2011-08-27T23:48:43.325-03:00</updated><title type='text'>Eu vi e vivi</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Quem me conhece sabe da péssima memória que tenho. Mas de uma cena que vi aos quatro anos de idade não esqueço: a volta da minha mãe da maternidade com o meu irmão. Tão pequeno, frágil... Diferente de hoje. Foi obrigado a "crescer" e tornar-se adulto antes do previsto. Amadureceu em alguns aspectos e em outros continua o adolescente incompleto de sempre. Passou pelo primeiro Dia dos Pais da vida recentemente. Eu não vi, mas minha mãe contou que logo cedo no domingo ele veio até em casa, abraçou e beijou meu pai. Agora sabe que existem outras prioridades na vida.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Amanhã ele faz 21 anos. Muitas coisas demoraram a acontecer na vida dele, como na de todo mundo. Só que as mais avassaladoras vieram de uma vez. Um namoro forte, a gravidez inesperada, o casamento polêmico, o primeiro emprego, as responsabilidades de quem ainda caminha para ser chamado de pai de família.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Sei que chorou, perdeu o sono. Vi o peso preso as suas costas muitas vezes. Vi quando fechou a cara, mudou de humor, de comportamento e fiquei com a sensação que perdi parte da vida do meu irmão. Pudera, com a rapidez que tudo aconteceu! Vi meu pai feliz em ser avô, minha mãe se acostumar com a ideia de "perder" o filho para outra família, meu irmão mais velho achar que ficou para trás. Eu acho que aceitei até ligeiro tudo. Pasmo! Pedi e peço que a criança seja para a minha família o que não fomos competentes de ser. E nessa lacuna cabem muitas coisas que não vou me dar o trabalho de descrevê-las. Espero que isso aconteça.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O tempo não poupou o meu irmão nesses meses. Espero que as coisas se acalmem neste novo ano que começa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-5466521127143320838?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/5466521127143320838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=5466521127143320838&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/5466521127143320838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/5466521127143320838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2011/08/eu-vi-e-vivi.html' title='Eu vi e vivi'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-6033626422949312449</id><published>2011-04-05T07:37:00.003-03:00</published><updated>2011-04-13T13:16:37.932-03:00</updated><title type='text'>Carta de uma telespectadora</title><content type='html'>&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div  style="text-align: justify;font-size:10pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;"A TV paraibana nunca foi  tão ridicularizada. As mortes transmitidas das 12h às 13h, que já eram  prato principal dos almoços de muitos paraibanos "vidrados" no Correio Verdade, agora estão do jeito que o jornalismo imprudente sempre sonhou:  as pessoas riem da desgraça alheia e a bandidagem ainda vira melô, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;hit &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;musical...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Pois é, as novas  celebridades do jornalismo local não são reconhecidas por seu trabalho  sério e competente em informar. Não são vistas pelo Brasil como  repórteres que elevam a Paraíba. São reconhecidas em toda a parte, mas,  como o próprio Portal Correio anunciou em 2010: "Agora, toda a Paraíba  vai ver e conhecer a força, a alegria e a irreverência de Samuca Duarte  e Emerson Machado."&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;É mesmo uma pena que estivessem falando de um  programa policial.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Sucesso no youtube,  orkut e afins, a "dança do mofi" é unanimidade: agrada tanto aos  cidadãos de bem quanto aos bandidos. As crianças, incentivadas até  mesmo pelos pais, colocam a camisa na cabeça e com os braços para trás  dançam e aumentam a popularidade do jornalismo que todas as tardes ri da  falta de consciência de uma população, que já acostumada com a  impunidade, resolveu aceitar que ela virasse piada.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Tratados como "amigos"  (já que são a audiência), os criminosos até gostam das brincadeiras. Afinal de contas, nem é assim tão grave o que eles fazem...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Para  mim, parecia que já tinham usado e abusado de todas as armas do  sensacionalismo. Mas mostraram que não. No dia 31 de março, o telejornal  foi transmitido em pleno Mercado Público de Mangabeira e, é claro, com  direito a palco e plateia. A cada notícia de mais uma entrada no  Hospital de Emergência e Trauma ou de uma briga em bar que acabava em  morte, uma música era tocada pela banda que estava participando do  Caravana da Verdade. Lágrimas, perdas e outras tristezas que merecem  respeito (seja por quem for), viraram show. Um show desejado e aclamado  por muitos telespectadores. Ah, a ideia contraditória e doentia da  contratação da banda foi anunciada no prórpio Portal Correio, com as  seguintes palavras:" A Banda Identidade Baiana realizará um show &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;para animar ainda mais&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;o evento, das 11h às 14h."&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Samuka Duarte, Emerson  Machado ( Mô- fi), Marcos Antonio (O Àguia), Josenildo Gonçalves (O  Cancão da Madrugada) e toda a equipe de edição do Correio Verdade  conseguem, dia após dia, tornar animadas as refeições de paraibanos que  não se importam em almoçar frente às cenas de corpos perfurados e poças  de sangue humano. Creio que não conseguem, com a mesma eficácia, tornar  menos dolorosa a sina de uma mãe que sente a dor de ter um filho que  agora é presidiário; de parentes de uma criança que morreu  acidentalmente; ou de um pai que vê seu filho destruído pelas drogas,  morto e servindo de audiência para um programa de humor chamado Correio  Verdade.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Não sou jornalista. Sou  nutricionista, mas antes disso, cidadã. Incomodada com o desprezo  explícito à vida humana senti a obrigação de pedir a todos os meus  contatos que repensem seus valores de respeito e dignidade à vida sempre  que pensem em assistir esse e outros programas que indiquem sinais tão  fortes de insulto a nós, telespectadores. Insulto a nossa capacidade e  direito de exigir jornalismo de qualidade em palavras e atitudes.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; (...) Quanto mais as pessoas se conscientizarem dos "pequenos" males  que nos envolvem com graça e alguns risos com gosto de sangue, mais  chance teremos de exercer e usufruir daquilo que chamamos de cidadania.  Merecemos mais respeito. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Atenciosamente,&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 32, 96);"&gt;&lt;b&gt;Elaine Oliveira&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 32, 96);font-size:100%;" &gt;&lt;b&gt;Nutricionista e Personal Diet"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-6033626422949312449?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/6033626422949312449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=6033626422949312449&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/6033626422949312449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/6033626422949312449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2011/04/carta-de-uma-telespectadora.html' title='Carta de uma telespectadora'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-4980929672246674770</id><published>2011-01-05T20:41:00.005-02:00</published><updated>2011-01-05T21:45:39.102-02:00</updated><title type='text'>Por enquanto</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/TSUCP4TkK0I/AAAAAAAAAIQ/JvWUY0WPzQ0/s1600/lapis-e-papel.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/TSUCP4TkK0I/AAAAAAAAAIQ/JvWUY0WPzQ0/s1600/lapis-e-papel.jpg"&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/a&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 283px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558851786894486338" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/TSUCP4TkK0I/AAAAAAAAAIQ/JvWUY0WPzQ0/s400/lapis-e-papel.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Enquanto leio textos de outras pessoas, tenho inveja. E quando olho para as minhas mãos, sinto vergonha. Uma pergunta me assombra: Para onde foi tanta inspiração com as palavras?! Estimulado, mantive dois blogs simultaneamente por cerca de um ano. Hoje, diante do computador e de tantas construções que causam em mim reações diversas, sou impotente. Tenho um livro bastante interessante escondido no guarda-roupas e pouquíssimas vezes o abri. Tenho mantido a paixão pelos sentimentos disfarçados em forma de letras, procurando diariamente frases de autores que mais representem o meu estado de espírito. Posto-as em redes sociais e alguém do outro lado da tela sempre se identifica e as repercute. E isso me agrada. Recentemente embarquei na febre do Twitter e estou gostando da experiência. Encaro todas essas atitudes como se fossem a reinvenção e/ou o desenvolvimento de uma característica que carrego comigo como o sangue: o desejo de criar constantemente. Creio que não tenha parado de enxergar com olhos bem particulares o cotidiano em minha volta. Apenas acho que ele tem causado em mim outros tipos de impacto. Mas ainda assim sinto falta do texto que esbarra em mim nas ruas de forma inesperada, que trago comigo pra casa e despejo na ponta dos dedos aqui. Fico esperando que qualquer dia desses eu tropece numa boa estória e consiga prendê-la até a minha inspiração encontrar com ela e acordar aquele pedaço de mim que tanto faz falta...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-4980929672246674770?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/4980929672246674770/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=4980929672246674770&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/4980929672246674770'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/4980929672246674770'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2011/01/por-enquanto.html' title='Por enquanto'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/TSUCP4TkK0I/AAAAAAAAAIQ/JvWUY0WPzQ0/s72-c/lapis-e-papel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-1573451547298496294</id><published>2010-09-06T18:18:00.008-03:00</published><updated>2010-09-09T13:25:57.027-03:00</updated><title type='text'>Um susto na rotina</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;"Um belo dia resolvi mudar." Em vez da academia, um parque. Há tempos que estava com a ideia de caminhar ao ar livre, sem aquela sensação de "andar para lugar nenhum" que dá quando se está numa esteira. Segui a rotina, quanto ao horário: às 16h saí de casa com tudo o que costumo levar para a academia, menos a quase certeza de que ela não funcionaria hoje. Dito e feito! Pregada no portão principal, estava a frase: "CLUBE FEIXADO". Bem, gramática à parte, a comunicação foi estabelecida. Voltar para casa e ceder espaço para a preguiça? Até que a proposta era bem tentadora... Mas preferi seguir em frente, na vontade e no caminho. Dobrei numa rua à esquerda e fui por ela até chegar no parque.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Sem companhia, música ou previsão de quantas voltas dar em torno de um açude, desandei a andar. Pela cabeça, muitos pensamentos desconexos e todos sem um final. Passando por mim, alí do lado, muitos personagens. Senhoras que pareciam ter se vestido para uma festa, com maquiagem pesada num fim de tarde onde o sol ainda dava o ar da graça. Senhores correndo para salvar a saúde. Jovens buscando uma forma física mais atraente. Um cão, que não queira corpo bonito ou saúde. Talvez para ele aquela saída de casa fosse quase uma festa mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Algumas dessas pessoas andavam sozinhas como eu. Outras, de fones nos ouvidos, preferiam o exercício com a ilustre companhia de uma trilha sonora. Malhação para a alma não é novidade. Duas mulheres de meia idade que conversavam sobre violência (pelo menos no trecho da frase que captei ao passar por elas) e um conhecido do trabalho com o qual topei duas vezes numa volta só! Não, ele não estava correndo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Gostei tanto da experiência que pretendo repeti-la em breve. É bom sentir que a cada passo você se move de verdade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-1573451547298496294?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/1573451547298496294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=1573451547298496294&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1573451547298496294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1573451547298496294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2010/09/um-susto-na-rotina.html' title='Um susto na rotina'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-1840026056765681522</id><published>2010-07-06T21:06:00.003-03:00</published><updated>2010-07-06T21:53:25.058-03:00</updated><title type='text'>Primeiro ato</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ele jurou que não caiu uma lágrima sequer dos próprios olhos. E para quem viu de perto a cena, não havia situação mais crível.. Mas quem ouviu a afirmação, pôde pesar histórico, timbre, imaginação, sentimentos. Se por fora o semblante era de frieza, certamente que por dentro a dor era contida bravamente. Já para ela, a despedida teve tudo o que tem direito: beijos, abraços, risos, um "até mais", choro. É, ambos não contavam com as surpresas que aparecem para quem resolve desafiar a capacidade incontrolada de envolvimento que todo ser humano tem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Eles foram inconsequentes. De uma amizade repentina direto para uma relação quente e, a princípio, descompromissada. Ela, mais velha, mora longe da família, gosta de curtir a vida, está terminando a faculdade e prestes a receber um pedido do casamento do homem que namora há alguns anos. Já ele, trabalha num órgão público, tem o ensino médio completo e planos de fazer faculdade. É o típico jovem: ávido por querer aprender o que a vida lhe pode ensinar. E aí sai copiando tudo o que acha legal nos outros. Os detalhes mostram isso, basta ser atento para notar. O casal é daqueles com quem se aprende que a real idade nada tem a ver com a data especificada no registro de nascimento. "Não confunda experiência, com tempo de vida". Esta frase salta aos olhos, ouvidos e pele de quem os conhece.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Juravam que não passaria de sexo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;- Ah, nada de envolvimento! A gente "tá" só curtindo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O falso autocontrole da situação enganou os dois. Em pouco tempo, vieram a paixão, a vontade de ficar cada vez mais juntos, a saudade, as dúvidas, a separação. Ela agora quer confiar no que todo mundo diz: que o tempo e a distância vão dar conta de resolver o problema. De um mês para o outro, tudo voltará a ser como era antes de tudo acontecer. Ele agora quer mostrar pra todo mundo que não se envolveu, que não vai sentir falta, que tudo continua exatamente como sempre.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Pouca gente assistiu de fato àquela despedida. Cada um, com a sua impressão. E todos torcendo para que os amigos saiam da via escura e desconhecida na qual se meteram, ilesos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-1840026056765681522?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/1840026056765681522/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=1840026056765681522&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1840026056765681522'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1840026056765681522'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2010/07/primeiro-ato.html' title='Primeiro ato'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-6101667615420162471</id><published>2010-05-15T23:22:00.006-03:00</published><updated>2010-05-16T00:15:36.321-03:00</updated><title type='text'>Sem explicação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/S-9iClGYCyI/AAAAAAAAAHk/tkvpY2YB6MM/s1600/pes+de+equilibrista.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.eleicao.info/images/stories/pes%20de%20equilibrista.jpg"&gt;Foto: internet&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 180px; height: 166px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/S-9iClGYCyI/AAAAAAAAAHk/tkvpY2YB6MM/s400/pes+de+equilibrista.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5471699868736555810" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Testar limites, correr riscos, ultrapassar fronteiras, buscar adrenalina. Podem ser esses ou outros os motivos que levam aquela pessoa a atravessar de moto um canal por cima de um caminho estreito. Também eles podem justificar a atitude daquele jovem que transpassava o mesmo local a pé, equilibrando-se numa tubulação de ferro. Meus olhos eram guiados a todo instante pelo espanto de duas garotas do banco de trás. E, em pouco tempo, me vi analisando as cenas à procura de uma resposta lógica para atitudes um tanto loucas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Que justificativa nos damos por entrar num jogo perigoso, por sentir vontade de viajar com um destino geográfico bem definido e sem um racional, por se prolongar numa conversa às cegas? Está no sangue humano a vontade de fazer loucura. Afinal, vivemos num mundo tão cheio de regras que elas mesmas acabam por nos "aconselhar" pela transgressão. Pular de uma ponte alta num rio, roubar fruta da casa da vizinha, tocar a campainha de uma casa e correr depois transformaram-se em atos de alívio para situações ou momentos incômodos. Ou ainda simplesmente para preencher uma vontade incontrolável. As loucuras não precisam ser justificáveis. Pois se fossem, cairiam em contradição.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Fitei bem o rosto do moleque equilibrista e vi a alegria estampada lá. O riso vinha de dentro; não era igual ao que damos após uma piada. Se pudesse descrever aquele sentimento, seria algo parecido a quando se realiza um sonho, ouve-se uma excelente notícia, escapa-se de uma fria, consegue-se entender o por quê daquela ansiedade que te corroeu por dentro durante todo o dia.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Certamente que as "recompensas" não viriam se, por fatalidade, ambos caíssem nas águas pra lá de poluídas daquele canal. Mas se o risco não existisse, não seria loucura! E se não fosse loucura, não teria estimulado a narração tão enfática das duas vizinhas de ônibus. No final das contas, todos nos vimos naquela mesma situação e, óbvio, recompensados pela "tarefa" bem cumprida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-6101667615420162471?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/6101667615420162471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=6101667615420162471&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/6101667615420162471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/6101667615420162471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2010/05/sem-explicacao.html' title='Sem explicação'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/S-9iClGYCyI/AAAAAAAAAHk/tkvpY2YB6MM/s72-c/pes+de+equilibrista.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-8799333296987076400</id><published>2010-01-03T21:49:00.005-02:00</published><updated>2010-01-03T22:32:26.564-02:00</updated><title type='text'>2009-2010</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os dias anteriores foram de intenso trabalho. À noite, ruas vazias de gente. E o que eu esperava ser um reveillon divertido, virou frustração, indignação. Gritava em silêncio perguntando como a segunda maior cidade do estado podia receber daquela forma medíocre um novo ano? Até agora não encontrei a resposta.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Num dos cartões postais de Campina Grande, o açude velho, a paisagem linda se confrontava com vários rostos de desânimo. Nem percebi quando a meia-noite chegou. Só ouvi algumas palavras de felicidade e tentei admirar doze minutos interrompidos de fogos. Fechei os olhos por um segundo apenas e me vi à beira-mar. Era onde queria ter encerrado 2009: diante de um pedaço importante da natureza que me aproxima de Deus. Queria ter agradecido lá a excelente fase, mas aquele segundo de mentira não era o bastante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Pela cidade, pouco movimento e bares fechados. No caminho de medo, ainda ouço resmungos das pessoas sobre o mesmo assunto. "Jamais moraria numa cidade dessas", foi uma frase forte até para mim que estava chateado. Era 2010 em Campina Grande.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A festa que deveria ter coroado um ano de vitórias não foi das melhores. Mas quem disse que ela só poderia ter acontecido na noite do dia 31?&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Feliz Ano Novo!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-8799333296987076400?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/8799333296987076400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=8799333296987076400&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/8799333296987076400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/8799333296987076400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2010/01/2009-2010.html' title='2009-2010'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-87955211147773436</id><published>2009-09-19T14:31:00.005-03:00</published><updated>2009-09-20T15:26:00.850-03:00</updated><title type='text'>Uma vida em duas horas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Phelipe tem 28 anos e lembra exatamente o dia em que nasceu: 10 de dezembro de 2003. Talvez essa data seja mais comemorada até do que aquela registrada nos documentos oficiais. Phelipe (re) nasceu depois de sucesivos sustos causados pelo consumo da cocaína durante uma adolescência desregrada; sem limites.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Natural de Campina Grande, abandonou a escola quando estava na quinta série de um colégio particular conceituado na cidade. Andava com pessoas que chama hoje de "más companhias". É adepto de esportes radicais: já foi skatista durante alguns anos e atualmente faz trilhas de moto. "Eu quero ir agora numa trilha de noite", confessa o próximo passo na busca da adrenalina. Ele também ama música e já foi inclusive cantor numa banda de pop rock de bairro. Ouve muito rock inglês e é autodidata no violão. Comparou aquele 10 de dezembro com o dia da morte da cantora Cássia Eller. Só para lembrar, a roqueira nacional morreu em 2001 por consequências de uma overdose de algum tipo de droga. E foi quase isso o que aconteceu com ele.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Mas, entre internações, soros, choques e a proximidade da morte, Phelipe acordou. Disse não ter precisado de ajuda específica para se livrar do vício. "Meu avô sempre fala uma coisa: 'O homem chega onde ele quiser ir e para de ir também quando quiser'". Não lembro se foram essas as palavras utilizadas por ele enquanto me contava a sua história de vida, mas a essência é essa mesma: tudo depende da vontade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Naquele dia, caiu em si e decidiu parar com as drogas. Conseguiu. Está há quase seis anos "limpo". Hoje, mora sozinho em Campina Grande e trabalha com guinchos na empresa familiar criada pelo avô. A família dele mora em João Pessoa, onde vai visitá-la uma vez perdida no ano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Apesar do pouco estudo nos bancos de uma escola, Phelipe é muito bem informado sobre atualidades, expressa-se muito bem e conhece como poucos a bíblia. Não é dos religiosos fanáticos não. Foi um dia testemunha de Jeová e pensa em voltar. Fiquei calado enquanto ele falava sobre Deus. Tinha propriedade para falar do assunto mais do que eu. Foi em Deus que ele encontrou a força que precisava.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Hoje, Phelipe não pensa em voltar a estudar. Quer assumir a empresa do avô para desenvolvê-la. Namora uma menina mais jovem que ele quase dez anos e pretende casar com ela no ano que vem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Conheci Phelipe na fila para comprar passagens da rodoviária de Campina Grande. Conversamos por quase duas horas durante a viagem. Escutei mais do que falei. Afinal, ouvir a história de vida dele era mais interessante do que contar a minha...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-87955211147773436?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/87955211147773436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=87955211147773436&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/87955211147773436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/87955211147773436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/09/uma-vida-em-duas-horas.html' title='Uma vida em duas horas'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-949708915342882332</id><published>2009-08-24T17:53:00.004-03:00</published><updated>2009-08-24T18:29:14.372-03:00</updated><title type='text'>Este, sim, é pra você!</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SpMFdcGwdII/AAAAAAAAAHE/IcL2Jsq1w4k/s1600-h/gilmara.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SpMFdcGwdII/AAAAAAAAAHE/IcL2Jsq1w4k/s1600-h/gilmara.jpg"&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/a&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5373644783702013058" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SpMFdcGwdII/AAAAAAAAAHE/IcL2Jsq1w4k/s320/gilmara.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pouco mais de um ano e já acho que conheço a tua voz, a tua escrita, os teus objetivos. Como pode?! Disse certa vez - e não sei se lembras - que te conheço há mais tempo. Só não sei de onde, nem como, nem quando. É só o que falta saber... Preciso mesmo?! Não. Faz-me bem o que já conheço de ti. Das duas, uma: ou me contento com pouco ou o que você tem a oferecer é infinitamente grande.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amiga do telefone, fui apresentado primeiramente a tua voz e só tinha ela para traçar um perfil físico que personificasse aquele som. Discutíamos, pra variar, trabalho!&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Amiga do orkut, e da voz passei a conhecer também a imagem. Alguns poucos recados trocados sem o tema trabalho rondar tanto.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Do msn, dos altos papos madrugadas a dentro, conversando sobre tudo ao som de música boa. Apreendi um pouco da sua personalidade e do bom gosto musical que possui. Influenciadora; para o bem, claro.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Numa reunião, vi em carne e osso e algumas sardinhas (de sardas, tá!) o que conhecia antes apenas virtualmente. Que bom! E num abraço forte confirmei que de fato eras minha amiga.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fazendo as contas hoje, as vezes que nos vimos pessoalmente não chegaram a vinte. Acho. Dois pontos percentuais para mais ou para menos (rsrsrs).&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;No dia do seu aniversário, grato pelo presente que é a sua amizade. Pra você, 365 dias desse novo ano de muitas felicidades, no plural mesmo para que elas venham de todas as partes que puderem vir.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Beijo, me liga!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ps.: Tem algo que pague esse sorriso?! Tem não...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-949708915342882332?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/949708915342882332/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=949708915342882332&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/949708915342882332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/949708915342882332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/08/este-sim-e-pra-voce.html' title='Este, sim, é pra você!'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SpMFdcGwdII/AAAAAAAAAHE/IcL2Jsq1w4k/s72-c/gilmara.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-1186388762743975363</id><published>2009-07-12T19:49:00.005-03:00</published><updated>2009-07-12T20:07:33.261-03:00</updated><title type='text'>Dias</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SlpsH53y6DI/AAAAAAAAAG8/Ai-2zBJpK_k/s1600-h/mary.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SlpsH53y6DI/AAAAAAAAAG8/Ai-2zBJpK_k/s1600-h/mary.jpg"&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/a&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5357713589760354354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SlpsH53y6DI/AAAAAAAAAG8/Ai-2zBJpK_k/s320/mary.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Têm dias que nascem para ser inesquecíveis.&lt;br /&gt;O do primeiro aniversário, namoro, beijo,&lt;br /&gt;o da surra do pai ou da mãe, das palavras sábias de um velho,&lt;br /&gt;o do primeiro emprego, o dia em que passou no vestibular,&lt;br /&gt;o daquela briga com o melhor amigo, o de um banho de chuva,&lt;br /&gt;o dia de uma festa bem aproveitada, cercado de amigos.&lt;br /&gt;Um dos seus, Mary, foi o de ontem.&lt;br /&gt;Um dos meus foi o dia em que te conheci.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-1186388762743975363?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/1186388762743975363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=1186388762743975363&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1186388762743975363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1186388762743975363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/07/dias.html' title='Dias'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SlpsH53y6DI/AAAAAAAAAG8/Ai-2zBJpK_k/s72-c/mary.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-1198906205736468701</id><published>2009-06-27T13:32:00.009-03:00</published><updated>2009-06-27T14:30:18.816-03:00</updated><title type='text'>Festa em luto</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="center"&gt;Imagem: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.lazermusica.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/michael-jackson-is-madman.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;internet&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352058837009593026" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 380px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SkZVJ-TycsI/AAAAAAAAAGk/SfAULb374nk/s400/michael-jackson-is-madman.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ainda cheguei a ver quando criança a forma mais tradicional de luto pela morte de um ente querido. Normalmente, as senhoras viúvas usavam durante sete dias vestimentas pretas, na intenção de exteriorizar o sentimento que as dominavam por dentro: a dor da falta. Pela novela das oito, soube que o luto na Índia é representado pelo branco. Em outros países, como no Egito, a tonalidade é a que se assemelha à de uma folha seca; o fim da vida. &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Através de cores, atitudes, pensamentos, palavras, o luto pode ser manifestado por diversas formas. No mundo virtual do Orkut, por exemplo, a imagem de uma fita preta ou simplesmente a palavra "luto" expressa bem esse estado de espírito. E no mundo oficial, a bandeira a meio mastro indica que alguém de história relevante morreu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O telejornalismo tratou de criar a sua própria forma de manifestar luto há algum tempo. Já virou tradição o silêncio que substitui a música tema ao fim do jornal, enquanto os nomes da equipe sobem na tela. Esse silêncio é também uma forma de homenagem pelo que representou a pessoa. Ele não foi utilizado quando da morte do jornalista Tim Lopes, há sete anos, substituído por aplausos dos apresentadores e equipe do Jornal Nacional, à qual Tim fazia parte. E ele também não foi muito usado agora, depois da notícia da morte do Rei do Pop, Michael Jackson. A atual cobertura, por sinal, é singular. Nunca vi tanta música e dança na cobertura de uma morte!Certamente, este é o luto mais festivo já produzido pela mídia que vi. E não tinha como ser diferente... Concorda?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-1198906205736468701?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/1198906205736468701/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=1198906205736468701&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1198906205736468701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1198906205736468701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/06/festa-em-luto.html' title='Festa em luto'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SkZVJ-TycsI/AAAAAAAAAGk/SfAULb374nk/s72-c/michael-jackson-is-madman.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-8960129803876863341</id><published>2009-06-17T21:24:00.006-03:00</published><updated>2009-06-18T22:17:51.169-03:00</updated><title type='text'>EDITORIAL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Um show de afrontas a uma categoria decisiva na retomada da democracia no Brasil. É com a indignação devida que recebo a decisão infundada do Supremo Tribunal Federal nesta histórica e já famigerada quarta-feira. Por oito votos a um, os ministros do STF decidiram anular a exigência do diploma para o exercício do Jornalismo, numa luta que se arrastava judicialmente desde 2001.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Foram mais de quatro horas de discussões travadas por quem não tem o menor conhecimento do que seja o Jornalismo. E nem o respeito, diga-se de passagem. Entre as justificativas listadas pelos nobres ministros - com toda a ironia que este espaço me permite -, a principal delas baseava-se no argumento das instituições que protocolaram o recurso no STF: a de que a exigência do diploma tiraria da população o direito básico de manifestar suas opiniões, o que feriria a Constituição de 1988. Um argumento que não se sustenta por si só. Os jornalistas não temos o poder exclusivo de controle sobre a emissão de opiniões de quem quer que seja! E nem o queremos. O relator do processo e presidente do Supremo, ministro Gilmar Mendes, disse que o fato de um jornalista ser graduado não implicaria mais qualidade enquanto profissional. O seu pensamento, ministro, permite-me pensar que isso também seja perfeitamente aplicável ao exercício do Direito, pois é a exigência do diploma que sustenta o trabalho de milhares de juristas Brasil à fora.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Pela lógica da nossa Carta Magna, a função de legislar cabe ao Congresso Nacional e aos pares nas demais esferas do Poder Público, e não ao Judiciário. Reversão de papéis, é assim que chamo. Mas, ao contrário dos excelentíssimos ministros do STF, enquanto Jornalistas não possuímos o direito de anular tal decisão. Parece-me que o caráter humano seja tão fundamental para os jornalistas quanto para as demais profissões... Ou será que sou errado ao pensar desta forma?!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Para o exercício do Jornalismo é necessário, sim, bom caráter, domínio da comunicação, da língua portuguesa, mas também dos conhecimentos histórico, ético, filosófico, sociológico, técnico, prático. E é esse o valor cognitivo que se esconde atrás do diploma de qualquer graduado. O que o STF diria se eu quisesse ser um juiz, mesmo sem diploma? Teria eu a devida competência para julgar? Detalhe: na faculdade de Comunicação Social, estudei sobre leis.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A decisão de hoje entristece os jornalistas também pelo fato de uma instituição ligada à categoria ser corresponsável pela ação: o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo (Sertesp). O outro responsável foi o Ministério Público Federal. Depois disto, creio que não seja mais justificável a imprensa falar sobre a morte do movimento estudantil. A desunião da categoria está provocando a morte dela também.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O Jornalismo do diploma obrigatório já provocou vários erros e injustiças, como ocorre em qualquer outro trabalho. Só que muitas das consequências são irreversíveis neste campo. Cito o caso emblemático da Escola Base, no qual a imprensa, em atitude apressada e irresponsável, divulgou haver a prática de abuso sexual por parte dos proprietários e alguns funcionários da escola. Tempo depois, a denúncia não se confirmou. Resultado: uma mancha na reputação dos denunciados que está longe de ser apagada. A decisão do STF de hoje abre espaço para que erros iguais ou maiores do que este se tornem cada vez mais frequentes no Brasil. E isso não é somente um mau presságio. É uma constatação óbvia!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A decisão está tomada e contra ela parece não haver possibilidade de alteração. Os detentores da verdade absoluta assinaram em baixo. Resta-nos agradecer pelo fato de haver nesse deserto de injustiça um grão de sensatez que foi o único voto favorável ao diploma, do ministro Marco Aurélio Mello. Ponto para eles!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-8960129803876863341?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/8960129803876863341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=8960129803876863341&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/8960129803876863341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/8960129803876863341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/06/editorial.html' title='EDITORIAL'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-1930153243223612837</id><published>2009-06-16T21:44:00.009-03:00</published><updated>2009-06-17T16:18:40.953-03:00</updated><title type='text'>O cupido estava bêbado!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="center"&gt;Imagem: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://epicentro.blogs.sapo.pt/arquivo/cupido_morto.gif&amp;amp;imgrefurl=http://mundocaduco.blogspot.com/2007_09_01_archive.html&amp;amp;usg=__tnZfoyy-C88QH8edBnVvHcObRig=&amp;amp;h=291&amp;amp;w=420&amp;amp;sz=46&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=18&amp;amp;sig2=HBCSyVDU3g2HiadG_4JZXw&amp;amp;tbnid=9h1wmmAFAYHmAM:&amp;amp;tbnh=87&amp;amp;tbnw=125&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dcupido%2Bb%25C3%25AAbado%26gbv%3D2%26hl%3Dpt-BR&amp;amp;ei=OkY4SvqfOsaclQeK7LzsDQ"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;internet&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348102412119947298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 277px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SjhGzvDRuCI/AAAAAAAAAGc/uoFFDtcvEO4/s400/cupido.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Existem dias em que o melhor a se fazer é não sair de casa. DE-FI-NI-TI-VA-MEN-TE! Não cito nomes nem quaisquer informações que possam identificar os personagens da estória a seguir, que se não fosse realíssima daria um bom enredo de novela das sete. Bem, como a vida imita a arte e vice-versa, ainda poderemos ver coisa parecida no ar...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Último dia dos namorados. Um casal de noivos ganha um jantar romântico depois de ser sorteado numa promoção. O prêmio, convenhamos, vinha a calhar para fugir da rotina de algum tempo do casal... Agora, imaginem o cenário que passo a descrever: no restaurante, eles escolhem uma mesa e sentam-se. Com um vale da promoção em mãos, ele prefere chamar o gerente para esclarecer de que se tratava do vencedor da promoção. Queria também saber se poderiam escolher qualquer prato do cardápio que estava à disposição ou se teriam um especial. O gerente diz que irá trazer um cardápio específico. Sobre a mesa, uma garrafa de champagne. Eles escolhem o prato e conversam. Percebem que não estão recebendo o mesmo tratamento que os demais clientes do restaurante, que eram poucos no dia. Duas horas depois e o pedido chega: salmão quase cru! E o restaurante não era de comida japonesa... Resultado: saem do local com raiva e fome!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na segunda-feira seguinte chega ele para falar com uma das responsáveis pela promoção. Parecia triste, com ar de choro... Veio para relatar o ocorrido no restaurante, sobre o mau atendimento, e deixa escapar que terminou o noivado. Mas esclarece que o motivo não foi o desastrado jantar. O prêmio pode ter sido a gota d'água apenas...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só depois é que se pensa, será que não seria melhor seguir com a rotina e trocar presentes? Um cineminha no máximo, sei lá! Ou até nem terem se visto no dia e se falarem por telefone, e-mail... Enviaria flores e um presente para a casa dela e pronto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois de ouvir o relato, inevitável, do cara ao meu lado, um detalhe faltou esclarecimento: saíram sem comer, mas e a garrafa de champanhe que estava sobre a mesa? Não arriscaram nem abrir para beber enquanto esperavam as duas longas horas?! Começo a suspeitar que alguém saiu embriagado naquele dia e não trabalhou direito... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-1930153243223612837?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/1930153243223612837/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=1930153243223612837&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1930153243223612837'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1930153243223612837'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/06/o-cupido-estava-bebado.html' title='O cupido estava bêbado!'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SjhGzvDRuCI/AAAAAAAAAGc/uoFFDtcvEO4/s72-c/cupido.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-3767622791511007617</id><published>2009-06-03T23:35:00.001-03:00</published><updated>2009-06-03T23:35:38.480-03:00</updated><title type='text'>Votem no blog!</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.topblog.com.br/busca_blogs.php?tags=2175468?5d35abec03b737da877d7ce7f16ea4df" target="_blank" style="text-decoration:none"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.topblog.com.br/images/selos/variedades.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-3767622791511007617?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/3767622791511007617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=3767622791511007617&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/3767622791511007617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/3767622791511007617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/06/votem-no-blog.html' title='Votem no blog!'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-5783518950561048653</id><published>2009-05-14T20:46:00.004-03:00</published><updated>2009-05-14T22:10:07.880-03:00</updated><title type='text'>"Palavras ao vento"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;As pessoas subestimam o peso das palavras. Outro dia mesmo ouvi de uma mulher dentro do ônibus a seguinte frase: "...fazer o quê, se mãe e pai a gente não escolhe?!" Ela estava revoltada com algumas atitudes da mãe dela, que parecia ser divorciada do pai. O Contexto todo que a levou a pronunciar tal frase era impossível de se apreender em tão pouco tempo e naquelas circunstâncias. Normalmente ouço música enquanto volto para casa. Naquele dia foi diferente. Não conectei os fones por preguiça, ou melhor, cansaço mental (considero este pior do que o físico...). E normalmente não presto atenção no que os outros conversam. As avalanches dos meus pensamentos não me deixam desviar o foco! Estava com a cabeça recostada no vidro da janela. A força daquela frase foi tanta que despertou minha audição. Será que aquela filha tinha a real noção do significado da frase que pronunciara? Ou aquilo foi apenas mais um "algo impensado"? Consientemente ou não, muitas vezes nós, seres humanos, jogamos as palavras sem medir o peso que elas possuem. Tem coisas que são mais fáceis de se esquecer: a dor de um tapa no rosto, por exemplo. Palavras não. E quando são negativas, mais ainda!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Experimente contar as vezes que você pronuncia um "não" durante um dia inteiro. Nunca fiz isto e nem preciso. Sei que são muitas, mesmo sem contá-las. Dizemos "não" a pensamentos, planos, chances, a outras pessoas.... e a nós mesmos. Não temos noção do quanto isso nos faz mal. E, se temos, desprezamos. Cada "não" pronunciado pode ser um passo para trás na vida. Isso não é regra, pois às vezes até um "não" se torna necessário e pode representar inclusive um passo adiante. Mas esse não "positivo" fica muito escondido e não são todas as pessoas que conseguem encontrá-lo. Dos poucos que conseguem, poucos sabem a forma correta de usá-lo ao seu favor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;"Amor" e todas as formas que envovem o verbo amar são outros exemplos de forças desprezadas. Considero a maioria dos "eu te amo" falsa. E não é por negativismo não! Esta é uma das expressões mais fortes que conheço e que não deveriam ser gastas com tanta frequencia. Só a pronuncie se de fato sentir! Saberá quando isso acontecer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;É inevitável não jogar palavras ao vento. Eu sei muito bem disso. Mas uma atitude simples e inteligente pode nos livrar de uma vida inteira de retratações: o silêncio. Quando tiver dúvidas acerca do que quer falar, simplesmente cale-se!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;É isso, adeus!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-5783518950561048653?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/5783518950561048653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=5783518950561048653&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/5783518950561048653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/5783518950561048653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/05/palavras-ao-vento.html' title='&quot;Palavras ao vento&quot;'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-1238422107203598212</id><published>2009-04-21T13:15:00.004-03:00</published><updated>2009-04-29T22:22:00.872-03:00</updated><title type='text'>A profetisa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ela me disse que já virou costume: todas às manhãs, sai do departamento onde trabalha e se dirige à sala em frente com um pequeno baú nas mãos. Em seguida, passa diante das cinco mesas e pede para que cada pessoa retire do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;objeto&lt;/span&gt; um pequeno pedaço de papel entre tantos e de várias cores. No interior do baú há muitos provérbios bíblicos. E todo esse processo possui um ritual: antes de se retirar um deles, deve-se fazer mentalmente uma pergunta. Espera-se que o provérbio vá ajudar de alguma forma você a encontrar a resposta ou entender a causa de determinada coisa acontecer na sua vida. Normalmente são problemas... Mal do ser humano. Bem, ela me pediu para retirar um também e o fiz. Só que antes que ela explicasse esse ritual. Resultado: não lembro do que havia escrito, se aquilo me dizia algo, sequer do nome daquela mulher que teve tão boa ideia, etc. E olhem que era uma frase curta! Da frase, conselho, pensamento, remédio ou como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;queira&lt;/span&gt; chamar, só lembro de uma palavra: CRUZ. Será que quer me dizer algo? Independente disso, vou cumprir o ritual completo da próxima vez. Tenho muitas perguntas e as respostas estão cada vez mais escassas...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-1238422107203598212?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/1238422107203598212/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=1238422107203598212&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1238422107203598212'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1238422107203598212'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/04/profeta.html' title='A profetisa'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-1366113011805893757</id><published>2009-03-09T12:00:00.012-03:00</published><updated>2009-03-09T12:36:21.414-03:00</updated><title type='text'>Tempo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;&lt;div align="center"&gt;Foto: Site &lt;a href="http://www.socialismo.org.br/portal/contos/400-sala-de-espera"&gt;Fundação Lauro Campos&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.socialismo.org.br/portal/contos/400-sala-de-espera"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/a&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5311205326998766034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SbUxGtzsgdI/AAAAAAAAAFs/WmVNXGdiAHI/s400/rel%C3%B3gio.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ele anda apressado para chegar na hora ao emprego. Ela sai correndo do trabalho para aproveitar o intervalo de almoço e passar em casa para ver se tudo está em ordem. A criança pede para o tempo passar logo e ficar adulta em busca da tão falada liberdade. Já os velhos rezam para que ele demore um pouco mais para aproveitar a vida que dizem estar no final. Para alguns, o tempo corre nos momentos de felicidade e anda a passos de tartaruga naqueles mais difíceis. Já ouvi os ditos a seguir: “Tudo o que é bom dura pouco” e “Tudo o que é bom dura o tempo necessário para se tornar inesquecível”. Qual deles tem razão, se existe razão nisso? Temos a impressão de que até os dias têm tempos distintos às vezes. Qual a sua relação com o tempo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Digo que o tempo não é somente o melhor remédio para a cura dos males. Também pode ser o pior dos venenos para uma vida. Pois o use com moderação. Desse uso, dependem os resultados bons ou nem tão bons assim... Ele traz a certeza de que tudo passa, mas nesse tudo está também o que é bom. Ele dá novas oportunidades e pode ainda retirá-las se não forem bem aproveitadas. O tempo dá várias possibilidades, mas obriga você a fazer escolhas. Afinal, não se pode ter tudo. A maioria, sim. Ele deixa pelo caminho, dores, tristezas e cicatriza as feridas, mas coloca a sua frente novas dores, tristezas e feridas, que podem ou não ficar abertas. E novos desafios que podem te destruir. Se bem aproveitado, até o ócio serve para fazer refletir. E se não souber utilizar ao seu favor esse tempo desocupado, você pode ficar parado no tempo. Ele faz amadurecer ideias, palavras, pensamentos, atitudes, pessoas. Mas também pode fazer toda uma mentalidade retroceder a ponto de gerar monstros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O tempo é abstrato e concreto ao mesmo tempo. A sua concretude está no rosto, na passada do dia para a noite, no calendário, nos ponteiros de um relógio, na programação da tevê, no dia do seu aniversário. E a abstração está justamente nas lembranças, no passado. Talvez até no seguinte enigma: “E o tempo, quanto tempo tem?”. O tempo remedia todos os males, mas gera um dos piores venenos: o do arrependimento. E o tempo não volta...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;*Agora é a sua vez. Participe do blog comentando sobre o que significa o tempo para você?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-1366113011805893757?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/1366113011805893757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=1366113011805893757&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1366113011805893757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1366113011805893757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/03/tempo.html' title='Tempo'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SbUxGtzsgdI/AAAAAAAAAFs/WmVNXGdiAHI/s72-c/rel%C3%B3gio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-3241498922762567186</id><published>2009-02-24T22:28:00.005-03:00</published><updated>2009-02-24T23:05:13.269-03:00</updated><title type='text'>Coisas de carnaval</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SaSmzI0dbnI/AAAAAAAAAEc/2azEeXLds84/s1600-h/DSC00387.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SaSmzI0dbnI/AAAAAAAAAEc/2azEeXLds84/s1600-h/DSC00387.JPG"&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/a&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306549658420342386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SaSmzI0dbnI/AAAAAAAAAEc/2azEeXLds84/s400/DSC00387.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Na calmaria das ruas durante o feriado de carnaval, parecia eu ser o único a ter pressa. A impressão que tive era a de que a cidade, pessoas, carros, tudo estava em &lt;em&gt;slow motion&lt;/em&gt; enquanto eu quase corria. Comparei Campina Grande, cidade de porte médio no interior da Paraíba com pouco mais de 370 mil habitantes, a uma típica cidadezinha do interior. E o cenário não me deixava pensar diferente: ruas vazias do barulho de veículos, poucas pessoas, um casal de idosos sentados na porta de uma loja a conversar... Acredita que até o cantar dos pássaros deu para ouvir?! E tudo isso no centro da cidade! O vento, a claridade, o ar que se passava muito bem por puro...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Coisas de carnaval.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-3241498922762567186?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/3241498922762567186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=3241498922762567186&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/3241498922762567186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/3241498922762567186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/02/em-slow-motion.html' title='Coisas de carnaval'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SaSmzI0dbnI/AAAAAAAAAEc/2azEeXLds84/s72-c/DSC00387.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-9184625651724788922</id><published>2009-02-19T10:51:00.001-03:00</published><updated>2009-02-19T10:53:00.048-03:00</updated><title type='text'>Verbo</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;"Qual será o verbo da vez?", questionava ela na frase do msn.&lt;br /&gt;Mas já sabia qual era. Ou melhor, quais eram.&lt;br /&gt;E que nada havia mudado que justificasse tal pergunta.&lt;br /&gt;Tentar, sofrer, desistir, lutar, amar, eram alguns deles.&lt;br /&gt;E a oposição reflete quão confusa está a sua cabeça.&lt;br /&gt;Ela errou jurando ter sido incentivada por um erro dele.&lt;br /&gt;Erraram os dois!&lt;br /&gt;E quem perdeu no fim das contas foi o sentimento que tinham.&lt;br /&gt;Agora ela tenta voltar e não consegue.&lt;br /&gt;É o preço que se paga por um erro.&lt;br /&gt;Perde-se, chora, sofre, dói.&lt;br /&gt;Mas nem tudo acabou. Sempre há outra chance.&lt;br /&gt;Nem que eles mesmos a construam.&lt;br /&gt;E só depende dos dois.&lt;br /&gt;Ainda há um fio que os prende um ao outro.&lt;br /&gt;Embora esteja fragilíssimo.&lt;br /&gt;O verbo de agora é continuar...&lt;br /&gt;... A tentar, a sofrer, a desistir, a lutar, a amar.&lt;br /&gt;E o tempo se encarrega de definir o tempo desses verbos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-9184625651724788922?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/9184625651724788922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=9184625651724788922&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/9184625651724788922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/9184625651724788922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/02/verbo.html' title='Verbo'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-9123924307303388048</id><published>2009-02-15T22:57:00.007-03:00</published><updated>2009-02-17T11:23:44.912-03:00</updated><title type='text'>O presente da gratidão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Somente por ter ouvido aquele "obrigado" ganhei o dia. Mas não sabia que horas depois, aquela simples palavra ganharia uma sobrecarga de sentido e sentimento ainda maior. Fico admirado com a coesão dos acontecimentos de um dia! Depois de ter saído daquela lanchonete, num parque perto de casa, em pleno domingo à noite, volto para casa com a sonoridade do "obrigado" se repetindo nos meus ouvidos como um agradável eco.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Havíamos combinado assistir a um filme que se vendeu bem apenas pela capa. "É sobre exemplo de vida, alguma coisa assim...", disse alguém. O filme tinha como título "Presente" e contava a história de um jovem rico que não conhecia muitos dos principais valores da vida. E só os conheceu através de um desafio proposto pelo avô bilionário, já falecido, de ele mesmo correr atrás da sua parte na herança. Passo a passo, ele percebeu que o "presente" que tanto procurava não possuía valor material. Ele se transformou. E, no final das contas, a grande fortuna que recebeu possuía outro sentido para ele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Na série de presentes que ele conheceu e conquistou, estava a gratidão. Foi inevitável não associar aquele trecho do filme ao sincero "obrigado" que recebi naquela noite de domingo. Creio que compartilhei parte daquele presente com o personagem do filme. E aprendi muito!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A cena real foi a seguinte: duas amigas e eu resolvemos ir a uma lanchonete para comer alguma coisa. Enquanto uma pediu um hambúrguer, pedimos para dividir uma macaxeira recheada com frango, que não conseguimos comer sequer a metade. Entre a conversa, vejo que um garoto se aproxima da nossa mesa. Paro de conversar e olho para ele. Não devia ter mais de dez anos. Veio perguntar se poderíamos dividir um pouco do que comíamos com ele. Já enjoados da comida, resolvemos entregá-lo o que não conseguimos comer. E não era o resto. Estava à parte, num recipiente. Vi que ele fora para debaixo de uma árvore do parque e, como no milagre a multiplicação (da solidariedade; partilha), dividira aquela comida com outras duas crianças. Posso estar enganado com o número delas, pois o meu foco estava com aquele garoto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Foi já na saída da lanchonete, que ouço aquele "Ei! Ei!". Olho para a direção de onde vinha o som e vejo que sai da boca do moleque: "Obrigado, viu..". "De nada" é o que respondo. Nem o "obrigado" do menino, nem o meu "de nada" possuiam o sentido comum para mim. Soaram como um presente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Meu sincero "muito obrigado" por compartilharem desse aprendizado comigo, através da leitura!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-9123924307303388048?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/9123924307303388048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=9123924307303388048&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/9123924307303388048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/9123924307303388048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/02/o-presente-da-gratidao.html' title='O presente da gratidão'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-664201872084436879</id><published>2009-02-15T09:12:00.004-03:00</published><updated>2009-02-15T10:39:24.997-03:00</updated><title type='text'>Amigos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Em torno da mesa, seis amigos conversavam sobre tudo. Até que faltaram os assuntos e as opções postas, duas, sugeriam assistir a filmes - presos num quarto - ou sair até um parque não longe de casa à noite para respirar um pouco, beber um pouco e retomar a conversa mais um pouco de tempo. Resolveram sair, depois de muito tempo indecisos sobre qual programa fariam naquele início de fim de noite do sábado. E o tempo a passar...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Uma volta ao redor do parque e a conversa logo resurge. Cheiro de rua, vento no rosto, passos lentos, algumas paradas. Num barzinho ao ar livre, juntam duas mesas e sentam-se. Todo mundo come e bebe algo. E conversam... e observam o movimento... e ouvem o misto de músicas comum no local em pleno fim de semana. Há quem consiga filtrar apenas a que mais lhe agrada. "Eu estou ouvindo a do 'Banana Beer'", disse uma. O bar citado fica do outro lado da rua e perto dele uma pizzaria também apresentava múscia ao vivo aos clientes. Pegaram carona, sem pagar &lt;em&gt;couver&lt;/em&gt; artístico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Nas mesas ao lado, uma dupla de amigos num lanche &lt;em&gt;fast &lt;/em&gt;e um casal que se paquerava enquanto comia e bebia. No chão, dois gatos dormiam, passeavam e também comiam e bebiam. Afinal, leite e ração estavam dispostos e bem ao alcance deles... Era de intrigar a convivência dos felinos com aquele movimento e barulho todo. Coisa de animais da cidade grande (falo tambem do barulho!). Cerca de duas horas foram o bastante para distrair um pouco. Voltamos para casa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Relato de parte de uma noite de sábado.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-664201872084436879?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/664201872084436879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=664201872084436879&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/664201872084436879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/664201872084436879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/02/amigos.html' title='Amigos'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-1301373244577345515</id><published>2009-01-30T01:53:00.005-02:00</published><updated>2009-01-30T23:31:56.564-02:00</updated><title type='text'>Numa noite de chuva</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Há alguns dias estou muito introspectivo. Meus olhos nunca estiveram tão voltados para o meu umbigo quanto agora. E isso tem me impedido de observar com mais clareza os aspectos que mais chamam a atenção no cotidiano das outras pessoas. Neste início de sexta-feira 30, porém, uma cena me tirou desse momento egoísta. Acho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Voltava do trabalho, num fim de dia que considerei positivo sob vários aspectos. Na minha cabeça, a mesma imagem que me persegue durante esse tempo e que me envolve de um sentimento que resolvi nomear de "um não sei o quê". Ainda dentro do carro, vi que chovia. E a chuva sempre me atraiu. Aliás, água me atrai, seja ela da chuva, do mar, de uma cahoeira ou simplesmente a não tão natural assim como a que cai do chuveiro. Mas trato da chuva, ela que considero importante fonte de inspiração. A introspecção que me envolvia se intensificou com as gotículas que vi no pára-brisa do carro e que senti ao descer sobre o meu rosto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Já no meu quarto, decidi que precisava dormir o mais rápido possível, mas não antes de pedir mais uma vez a Deus em oração - e/ou conversa - para que encontre o caminho da minha felicidade. Esse pedido tem sido constante às noites...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Fui para a janela para sentir o vento frio da noite e um pouco daquela água no rosto a me abençoar. Foi da janela que vi aquela pessoa sentada no canto de parede lá embaixo a se protejer do frio, do perigo ou simplesmente da chuva que eu tanto procurava. Sentada no chão da entrada de um prédio abandonado, de roupa simples, ela abraçava as pernas dobradas e as cobria com a camisa vermelha com a qual estava vestida. Do alto do meu egoísmo literal, não tive como saber se era homem ou mulher, menino ou menina. A visão limitada pela noite, pouca iluminação artificial e distância permitiram que eu arrisque a idade daquele ser humano entre 13 e 16 anos, não mais do que isso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Vi que um guarda parara alí para se protejer da chuva. A poucos metros de distância daquela pessoa de cabelos longos, maltratados e despenteados, ele olhava com um certo ar misto de preocupação, curiosidade, receio e pena. Com poucos minutos, saiu para outro abrigo ao lado. Vi também dois jovens que passavam pelo local. Um deles ainda parou lá e mexeu com ela até que percebeu a presença do guarda e logo saiu. Santo guarda! Somente pela presença, evitou um possível mal. Pouco depois dos dois jovens, ele também seguiu em frente para cumprir o seu papel.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Aquela imagem da janela do meu quarto não era nova. Já havia visto pelo menos outra vez que lembro. E por coincidência ou obviedade, também estava em perigo iminente ao ser incomodada por dois garotos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Inciei minha oração/conversa com Deus olhando aquela cena e o rumo do pedido mudou porque percebi que o meu olhar voltado para o espelho me ajudava a tornar cada vez mais egoísta. Com um pouco de sinceridade, culpa, obrigação própria, peso na consciência, ou seja mais o que tenha me empurrado para tal atitude, neste início de dia não pedi pela minha felicidade só. Parei os olhos sobre ela do alto com quem quisesse abençoá-la e pedi a proteção de Deus contra todo o mal e pessoas más e as bençãos para que ela encontre a felicidade merecida por todos. Enfim, pedi para que Ele não a deixasse ser mais uma alma viva perdida no mundo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ao fim de tudo, fechei janela e porta do quarto e fui dormir no aconchego dos lençóis numa cama confortável, livre do frio e mais protegido do que ela do mal. Só ouvia o barulho das gotas a cair. E a cabeça pensava no que viria no dia seguinte. Mergulhei de volta nas águas do meu egoísmo, que espero ser momentâneo, de onde creio não ter saído nem nesta noite... Daquela cena, restou apenas este texto escrito antes que o meu dia chegasse ao fim.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-1301373244577345515?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/1301373244577345515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=1301373244577345515&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1301373244577345515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1301373244577345515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/01/numa-noite-de-chuva.html' title='Numa noite de chuva'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-2201003953226348429</id><published>2009-01-10T04:50:00.004-02:00</published><updated>2009-01-10T14:27:20.610-02:00</updated><title type='text'>Precisava desabafar!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;03h50 da madrugada do sábado, 10 de janeiro de 2009, e eu acordado. Não lembro de ter passado na vida por experiência mais desagradável. Nos instantes iniciais do sono, sonhar perdendo alguém a quem gosto tanto. Foi assim agora há pouco. No sonho, a notícia da perda de um amigo que conheço a pouquíssimo tempo me deixou num pranto de lágrimas incontroláveis. Primeiro que não quero perder nenhum amigo. Já passei ma vez por isso na vida real e sei como dói. Depois, porque fui criado numa cultura de medo. Desde criança ouço dizer que o sonho sobre a morte de uma pessoa que não faz parte do seus laços de sangue representa a perda de um ente querido. Descontrolei-me. Também passei uma vez pela perda de um avô e sei o quanto tempo demora para a ferida cicatrizar. Queda sem tamanho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Levantei atordoado e com o coração a pulsar nas minhas mãos. Horas antes, enquanto conversava com outro amigo, tive a impressão de ter visto um vulto passar pela sala de casa. Identifiquei uma camisa branca desfocada muito de relance. Calafrios tomaram conta do meu corpo no instante e os olhos ensaiaram um choro. Poucas vezes a minha sensibilidade esteve tão intensa. Saí do quarto à procura de um ar, água e oração. E chorei copiosamente. Foi uma sensação a qual não quero ver repetida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Escrever foi a forma que encontrei de aliviar a alma no momento de solidão da madrugada. O sonho levou consigo parte de minha paz e sono. Orei para não perder ninguém que amo e aprendi uma lição: nesta madrugada de sábado não estava só... Deus consolou o meu pranto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Boa noite e bons sonhos!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-2201003953226348429?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/2201003953226348429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=2201003953226348429&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/2201003953226348429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/2201003953226348429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/01/precisava-desabafar.html' title='Precisava desabafar!'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-2248561342877148</id><published>2009-01-09T08:58:00.004-02:00</published><updated>2009-01-09T09:08:27.887-02:00</updated><title type='text'>Desejo-te*</title><content type='html'>&lt;div style="WIDTH: 220px; HEIGHT: 55px"&gt;&lt;object height="55" width="220"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.deezer.com/embedded/small-widget-v2.swf?idSong=181286&amp;amp;colorBackground=0x555552&amp;amp;textColor1=0xFFFFFF&amp;amp;colorVolume=0x39D1FD&amp;amp;autoplay=0"&gt;&lt;embed src="http://www.deezer.com/embedded/small-widget-v2.swf?idSong=181286&amp;colorBackground=0x525252&amp;textColor1=0xFFFFFF&amp;colorVolume=0x39D1FD&amp;autoplay=0" type="application/x-shockwave-flash" width="220" height="55"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;Discover &lt;a href="http://www.deezer.com/en/nando-reis-os-infernais.html"&gt;Nando Reis &amp;amp; Os Infernais&lt;/a&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Desejo primeiro que você ame,&lt;br /&gt;E que amando, também seja amado.&lt;br /&gt;E que se não for, seja breve em esquecer.&lt;br /&gt;E que esquecendo, não guarde mágoa.&lt;br /&gt;Desejo, pois, que não seja assim,&lt;br /&gt;Mas se for, saiba ser sem desesperar.&lt;br /&gt;Desejo também que tenha amigos,&lt;br /&gt;Que mesmo maus e inconseqüentes,&lt;br /&gt;Sejam corajosos e fiéis,&lt;br /&gt;E que pelo menos num deles&lt;br /&gt;Você possa confiar sem duvidar.&lt;br /&gt;E porque a vida é assim,&lt;br /&gt;Desejo ainda que você tenha inimigos.&lt;br /&gt;Nem muitos, nem poucos,&lt;br /&gt;Mas na medida exata para que, algumas vezes,&lt;br /&gt;Você se interpele a respeito&lt;br /&gt;De suas próprias certezas.&lt;br /&gt;E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,&lt;br /&gt;Para que você não se sinta demasiado seguro.&lt;br /&gt;Desejo depois que você seja útil,&lt;br /&gt;Mas não insubstituível.&lt;br /&gt;E que nos maus momentos,&lt;br /&gt;Quando não restar mais nada,&lt;br /&gt;Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.&lt;br /&gt;Desejo ainda que você seja tolerante,&lt;br /&gt;Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,&lt;br /&gt;Mas com os que erram muito e irremediavelmente,&lt;br /&gt;E que fazendo bom uso dessa tolerância,&lt;br /&gt;Você sirva de exemplo aos outros.&lt;br /&gt;Desejo que você, sendo jovem,&lt;br /&gt;Não amadureça depressa demais,&lt;br /&gt;E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer&lt;br /&gt;E que sendo velho, não se dedique ao desespero.&lt;br /&gt;Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e&lt;br /&gt;É preciso deixar que eles escorram por entre nós.&lt;br /&gt;Desejo por sinal que você seja triste,&lt;br /&gt;Não o ano todo, mas apenas um dia.&lt;br /&gt;Mas que nesse dia descubra&lt;br /&gt;Que o riso diário é bom,&lt;br /&gt;O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.&lt;br /&gt;Desejo que você descubra,&lt;br /&gt;Com o máximo de urgência,&lt;br /&gt;Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,&lt;br /&gt;Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.&lt;br /&gt;Desejo ainda que você afague um gato,&lt;br /&gt;Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro&lt;br /&gt;Erguer triunfante o seu canto matinal&lt;br /&gt;Porque, assim, você se sentirá bem por nada.&lt;br /&gt;Desejo também que você plante uma semente,&lt;br /&gt;Por mais minúscula que seja,&lt;br /&gt;E acompanhe o seu crescimento,&lt;br /&gt;Para que você saiba de quantas&lt;br /&gt;Muitas vidas é feita uma árvore.&lt;br /&gt;Desejo, outrossim, que você tenha dinheiro,&lt;br /&gt;Porque é preciso ser prático.&lt;br /&gt;E que pelo menos uma vez por ano&lt;br /&gt;Coloque um pouco dele&lt;br /&gt;Na sua frente e diga `Isso é meu`,&lt;br /&gt;Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.&lt;br /&gt;Desejo também que nenhum de seus afetos morra,&lt;br /&gt;Por ele e por você,&lt;br /&gt;Mas que se morrer, você possa chorar&lt;br /&gt;Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.&lt;br /&gt;Desejo por fim que você sendo homem,&lt;br /&gt;Tenha uma boa mulher,&lt;br /&gt;E que sendo mulher, tenha um bom homem&lt;br /&gt;E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,&lt;br /&gt;E quando estiverem exaustos e sorridentes,&lt;br /&gt;Ainda haja amor para recomeçar.&lt;br /&gt;E se tudo isso acontecer,&lt;br /&gt;Não tenho mais nada a te desejar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;*Victor Hugo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-2248561342877148?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/2248561342877148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=2248561342877148&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/2248561342877148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/2248561342877148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/01/desejo-te_09.html' title='Desejo-te*'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-484975868800423612</id><published>2009-01-06T04:49:00.006-02:00</published><updated>2009-01-06T10:51:30.253-02:00</updated><title type='text'>Tudo e nada</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A dádiva da vida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;o dom de sonhar&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;as conquistas suadas em cada passo dado&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a esperança no olhar&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O amor intenso&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;as vitórias merecidas&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;o aprendizado constante&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;um desejo imenso&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Uma casa minha&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a liberdade quase que plena&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;o olhar sobre a vida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a alegria tão pequena&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O arrepio da música&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a sede de conhecimento&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a felicidade simples&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a lição retirada de cada momento&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A sensibilidade&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;o bem necessário&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;o olhar curioso&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a boa sensação da saudade&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;As lembranças&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a visão de futuro&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;os erros transformados em acertos&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;o caminho duro&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A base indispensável da família&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;as rédeas do destino &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;o livre arbítrio&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;o badalar do sino&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;As escolhas acertadas&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;as palavras ditas&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;o valor do esforço&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;as emoções externadas&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A água pura da chuva&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a luz do sol&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;o verde da natureza&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a mudança na curva&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O presente da vida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a lição da gratidão&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a adimiração pela justiça&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a maior chance perdida&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Com tantas coisas, como posso me sentir no vazio?!&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a impressão errada me cerca:&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;a de que tenho tudo e não tenho nada...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-484975868800423612?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/484975868800423612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=484975868800423612&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/484975868800423612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/484975868800423612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2009/01/tudo-e-nada.html' title='Tudo e nada'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-4058434574370030431</id><published>2008-12-30T20:54:00.006-02:00</published><updated>2009-01-06T04:48:40.643-02:00</updated><title type='text'>Parecia o mar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Não fosse o barulho de um ou outro carro que passava na rua, parecia que estava diante do mar em plena noite. O rumor do vento, a escuridão, o cheiro... Por alguns instantes anulei o espaço em que estava e me transportei para o mar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Esse lugar sempre exerceu sobre mim forte controle. Quando criança, fazia-me correr às pressas ao seu encontro, vontade que tenho ainda hoje e que parece não cessar. E a atração é facilmente explicável. Pela poesia que possui, o mar me fascina. O passar das águas sob os pés dá a sensação de flutuar, de movimentar-se mesmo estando imóvel. A imensidão evidencia a "insignificância" do ser humano diante da grandeza infinita. O vai e vem das ondas refletem com perfeição as idas e vindas em nossas vidas. Será que a vida também se inspirou no mar? Pois não teria outra melhor. E os excelentes conselhos vindos dele... Espaço ideal para a reflexão profunda e ajuda para escolhas decisivas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Foram frações de minutos apenas. Abri os olhos. Diante da janela do meu quarto, apenas as luzes da cidade e um silêncio enganador...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-4058434574370030431?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/4058434574370030431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=4058434574370030431&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/4058434574370030431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/4058434574370030431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/12/parecia-o-mar.html' title='Parecia o mar'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-8284884694999345509</id><published>2008-12-28T14:23:00.010-02:00</published><updated>2008-12-28T16:44:12.416-02:00</updated><title type='text'>Retrospectiva</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="WIDTH: 220px; HEIGHT: 55px"&gt;&lt;object height="55" width="220"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.deezer.com/embedded/small-widget-v2.swf?idSong=882114&amp;amp;colorBackground=0x555552&amp;amp;textColor1=0xFFFFFF&amp;amp;colorVolume=0x39D1FD&amp;amp;autoplay=0"&gt;&lt;embed src="http://www.deezer.com/embedded/small-widget-v2.swf?idSong=882114&amp;colorBackground=0x525252&amp;textColor1=0xFFFFFF&amp;colorVolume=0x39D1FD&amp;autoplay=0" type="application/x-shockwave-flash" width="220" height="55"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;Discover &lt;a href="http://www.deezer.com/en/caetano-veloso.html"&gt;Caetano Veloso&lt;/a&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo final de ano é tempo de repensar. É inevitavel chegar ao fim de um ciclo da vida, sem avaliar a importância de cada momento, um a um. 2008 foi (ainda está sendo e sempre será) um ano especial e de muitas mudanças pra mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na faculdade, chegou ao fim os quatro anos de Jornalismo. Um estágio numa emissora de televisão - veículo que estudo e adoro há tempos - apareceu e não o deixei escapar. Mudança também de cidade, de Alagoa Grande para Campina Grande, sempre com escala na capital, minha nova casa (e onde passei menos tempo do que nas outras...). Ano de mudança na postura de vida. Passei a me divertir mais, sair, dançar, beber (moderadamente, claro). Descobri que o sonho do Jornalismo não pode ocupar todo o meu tempo. A vida é maior que um sonho, embora ele não tenha tamanho pra mim... Conheci muita gente também, aumentei o meu círculo de amizades. Cada história de vida que nem imaginava um dia conhecer de perto. E conheci. 2008 ratificou a certeza de que estou no caminho certo, cada vez mais maduro nas minhas decisões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bem verdade que alguns males não me abandonaram neste ano. Mas não permiti que eles atrapalhassem a minha vida. Aprendi até que alguns deles são necessários ao ser humano. Da ansiedade extrema, retirei força de vontade para lutar cada vez mais e não me acomodar apenas esperando. O negativismo esporádico me fez perceber o mal que me causa e que não posso ceder a ele: por incrível que pareça, é justamente ele quem me fez percebê-lo mais. A desconfiaça, quando não excessiva, me permitiu avaliar o chão que pisava e moderar o grau de confiança que deveria depositar nas pessoas ao meu redor. Indignação definitivamente não posso deixar de ter; com a injustiça sobretudo! E de tantas outras coisas, tirei algo positivo. Não dizem que tudo tem o seu lado bom? E então? Confio nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passei o Natal trabalhando e foi muito proveitoso. Estou agora planejando o meu réveillon. Para o próximo ano, que bate à porta, desejo que tudo de bom se intensifique e que tragam consigo mais coisas boas. E aos "males" desejo o tempo. Ele cura tudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À todos, um 2009 de realizações! &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-8284884694999345509?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/8284884694999345509/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=8284884694999345509&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/8284884694999345509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/8284884694999345509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/12/retrospectiva.html' title='Retrospectiva'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-6007067179192124423</id><published>2008-12-21T09:22:00.007-02:00</published><updated>2008-12-21T10:23:54.168-02:00</updated><title type='text'>Um dia sem fim</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Como diria Gilmara (&lt;a href="http://www.gildosdias.blogspot.com/"&gt;http://www.gildosdias.blogspot.com/&lt;/a&gt;), é muito bom sabermos que temos alguma importância na vida de outras pessoas. A turma concluinte de Jornalismo da UEPB, da qual passei a fazer parte por força das circunstâncias, realizou neste sábado (20) o baile de formatura. A minha curta passagem por essa turma, rendeu-me boas promessas de amizades. Fui convidado para a festa por pelo menos três pessoas da turma. E fui, depois de um dia inteiro de trabalho, uma hora numa pizzaria para comemorar o aniversário de um colega que conheci há pouco tempo, uma garrafa de vinho em casa, uma saidinha para levar uma amiga na rodoviária e muitas conversas... bobagem na maioria, mas válidas. Não lembro ter visto um dia que durasse tanto. Muito proveitoso. E olhe que depois da festa, ainda conversei mais e assisti a um pedaço de um filme...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Da rodoviária, fui direto para o local da festa, que fica próximo a minha casa. Os primeiros convidados que encontro são da minha turma da noite. Três amigos sentados no lado de fora do salão a conversar. Do local, tinha quem não desse nada por ele. Estranharam a turma ter o escolhido para a festa de formatura. Quebraram a cara. Local bem decorado, espaço bom, aconchegante,tanto pela disposição das mesas quanto pelas presenças.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Entrei, cumprimentei os formandos, sentei, conversei, comi, bebi e acompanhei o ritual de formatura da turma. Apesar de cada um deles ter um espaço cheio de pessoas queridas da família e amigos, quase nunca paravam nas mesas. Fui à procura de alguns para parabenizar, mas encontrei poucos dos poucos que estavam lá.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O momento da apresentação deles me chamou a atenção. Como as pessoas mudam numa noite especial... Quem era tímido, soltou-se e deixou-se envolver pela emoção do momento. Quem era extrovertido, estava irradiante. Performances as mais diversas ao descer os degraus da escada, edição de música criativa e a expectativa dos convidados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Daí até o fim, alegria regada a muita dança, num momento que dificilmente se apagará da memória de todos. E o dia terminou. Mas outro está em andamento...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-6007067179192124423?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/6007067179192124423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=6007067179192124423&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/6007067179192124423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/6007067179192124423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/12/um-dia-sem-fim.html' title='Um dia sem fim'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-4070785994482224230</id><published>2008-12-12T20:52:00.004-02:00</published><updated>2008-12-12T21:16:55.797-02:00</updated><title type='text'>Aula dá saudade*</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;Texto de Mica Guimarães**&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ao longo de 29 anos de ensino, fui honrado pelo convite de turmas concluintes de Comunicação Social da UEPB para proferir Aulas da Saudade. Na última quarta-feira (03/12), participei de mais uma, oportunidade em que tive o prazer de dizer o que, por restrições acadêmicas, é impossível ao fazê-lo no cotidiano frio de salas insalubres.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Como toda Aula da Saudade, foi uma experiência vibrante. É que a Aula da Saudade tem o poder de tornar todo aluno e todo professor convincente. Na verdade, haverá sempre algo mais do que uma simples aula rotineira de conclusão de curso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Aula da Saudade tem que ser assim: forte nos conceitos, afirmativa nas conclusões. A Aula da Saudade é o milagre do ensino superior, pois permite que o professor diga, em poucos minutos, o que todos os professores juntos não conseguiram dizer em vários anos de universidade. Nas aulas regulares estabelecidas em currículo, a monotonia torna o aluno apático e distante da realidade. Cumpre horários, por ser forçado a isto, em face do mero rigor disciplinar. Adestrado para desempenhar tal missão, o aluno passa a ser um mero depósito de informações, muitas vezes, totalmente dissociadas de suas aspirações mais íntimas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Aula da Saudade tem gosto de esperança, porque aponta para o futuro e os seus desafios. Para melhorar ainda mais o nível do nosso ensino, fosse eu o ministro da Educação, determinaria que, a partir de hoje, todas as aulas ordinárias do semestre passassem a ser obrigatoriamente da saudade. O professor, assim, ao prestar concurso para a docência deveria, antes, comprovar a sua competência para ministrar Aulas da Saudade. O aluno, por seu turno, deveria atrstar a sua inclinação natural para as aulas nascidas da alma, através das lições que o espírito impõe. Aluno que quer ser doutor apenas, ter um diploma exposto em parede de sala de estar e um refulgente anel de formatura à mostra entre os dedos, seria, de pronto, inexoravelmente eliminado. Se quiser somente ser conhecedor de técnicas frias, sem o calor das excogitações humanas, fora!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Educação é para homens. Aula da Saudade, para homens a serviço do Homem. Aula dá Saudade. Mormente quando os professores, conscientes da missão árdua e bela, permitem aos alunos, em rápidos minutos, a visão cristalina do futuro, como arautos incansáveis do que inevitavelmente haverá de vir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;*Texto publicado na página de opinião do Jornal da Paraíba, em 5 de dezembro de 2008.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;**Mica Guimarães é jornalista e professor da Faculdade de Comunicação Social da UEPB.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-4070785994482224230?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/4070785994482224230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=4070785994482224230&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/4070785994482224230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/4070785994482224230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/12/aula-d-saudade.html' title='Aula dá saudade*'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-3044982351430529887</id><published>2008-12-07T22:29:00.017-02:00</published><updated>2008-12-07T23:50:03.737-02:00</updated><title type='text'>"...acabou, boa sorte!"</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="WIDTH: 220px; HEIGHT: 55px"&gt;&lt;object height="55" width="220"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.deezer.com/embedded/small-widget-v2.swf?idSong=193101&amp;amp;colorBackground=0x555552&amp;amp;textColor1=0xFFFFFF&amp;amp;colorVolume=0x39D1FD&amp;amp;autoplay=0"&gt;&lt;embed src="http://www.deezer.com/embedded/small-widget-v2.swf?idSong=193101&amp;colorBackground=0x525252&amp;textColor1=0xFFFFFF&amp;colorVolume=0x39D1FD&amp;autoplay=0" type="application/x-shockwave-flash" width="220" height="55"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;Discover &lt;a href="http://www.deezer.com/en/vanessa-da-mata.html"&gt;Vanessa da Mata&lt;/a&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Não poderia haver letra mais significante para este texto que começo a escrever e coerente com o que sinto agora, que tudo passou. Os quatro anos de risadas, discussões, aprendizado, tristeza, cansaço, esperança, sonhos, amizade, são agora memória. E um dos medos que tenho é justamente o de perdê-la. A memória é vazia do sentimento de realidade, sobretudo quando se tratam de momentos tão memoráveis, porque inesquecíveis. Cada vez mais vou compará-la a um sonho como tantos que tenho. O bom é que na memória, o tempo não vai passar para nós. Seremos os mesmos que freqüentavam aquela faculdade à noite por vários objetivos: um abraço, um beijo, uma conversa, um sorriso, uma companhia, um conhecimento, uma amizade, uma rodada de UNO ou apenas para sair de casa, disparecer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;A cada fotografia que vejo desses últimos dias da nossa turma, um pouco da realidade se perde. "A ficha ainda não caiu", foi o comentário-desabafo que encontrei de Baiano em uma delas. E realmente concordo. A realidade que vou sentir tanta falta quando relembrar todos esses momentos é a mesma da qual fugi quando não participei do baile de formatura. Se perguntarem se estou arrependido de não ter participado como formando, direi que não. Pensei muito antes de tomar tais decisões: a de não participar como membro da festa e a de não ter ido ao baile como convidado. Conheço a minha personalidade perfeitamente. Só pelas imagens retratadas sinto angústia. Participar desse dia seria mais um momento inesquecível que perderia a realidade nos dias imediatamente seguintes. Do primeiro dia, não sentirei tanta falta, afinal ainda viria centenas pela frente. Mas do último, certamente. A última sensação é a que fica para sempre. E dela quero guardar tudo de bom, eternizá-la.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Guardei vocês na memória, como um sonho bom que quero ver repetido a todo instante. Mas, como não confio nela - e por segurança - fiz um &lt;em&gt;backup&lt;/em&gt; no coração também. E daqui vocês não saem, nem se apagam os melhores momentos e sentimentos dos quatro anos da turma "Imprensa que é Gostoso!".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;"É so isso. Não tem mais jeito. Acabou. Boa sorte!" &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-3044982351430529887?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/3044982351430529887/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=3044982351430529887&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/3044982351430529887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/3044982351430529887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/12/acabou-boa-sorte.html' title='&quot;...acabou, boa sorte!&quot;'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-1501329722049825454</id><published>2008-12-02T23:58:00.008-02:00</published><updated>2008-12-03T00:46:26.173-02:00</updated><title type='text'>Cadê a solidariedade?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A proximidade do natal traz consigo uma sensação de paz, comunhão, irmandade e de tantos outros sentimentos louváveis. A humanidade, enquanto sentimento, nos toma de sobressalto. De repente nos tornamos mais compreensivos, bondosos, amigos, cúmplices... Tanto que virou automático. Que pena! Esta época do ano tem tudo para nos fazer reletir sobre a vida e a nossa relação com o mundo em volta e gerar mudança interna que teria grandes chances de ser externada através de gestos, palavras, olhares sinceros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O homem mudou algo divino. É a impressão que tenho. O consumismo vazio e a falsidade ocuparam o espaço que deveria ser da reflexão e mudança; renovação. O desejo verdadeiro do bem ao próximo foi substituído por frases de conteúdo e sonoridade publicitárias como "Feliz Natal!" ou "Boas Festas!". Mais uma vez, que pena!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Hoje, uma situação me fez pensar nisso. No ponto de ônibus, fui abordado por um jovem que me entregou um pedaço de papel com algumas frases em letras miúdas. As circunstâncias em que aquilo aconteceu foi tão clara nem precisei ler para saber o conteúdo. O mesmo texto usado por várias pessoas para pedir dinheiro como ajuda. Parece que produzem aquilo em escala industrial para atingir as massas... Bem, por medo de uma possível represália, entreguei-o uma moeda. Esperei um obrigado que não veio. Foi justamente esse ato que me levou à reflexão. Não o de não ter recebido a palavra de agradecimento, mas pelo que me motivou a fazer a doação. Tinha o melhor motivo do mundo para ajudar aquele jovem de alguma forma e no entanto foi o medo quem me guiou. Quantas pessoas não sentem isso? Até a atitude de ajudar foi desvirtuada na sociedade de hoje. Doa-se mais por medo do que pela SO-LI-DA-RI-E-DA-DE.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Quem souber onde se escondeu (ou esconderam) esse sentimento tão nobre, a solidariedade, me avisem, pois estou à procura dela.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-1501329722049825454?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/1501329722049825454/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=1501329722049825454&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1501329722049825454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/1501329722049825454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/12/cad-solidariedade.html' title='Cadê a solidariedade?'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-283199316039595026</id><published>2008-11-26T14:18:00.004-02:00</published><updated>2008-11-26T23:26:50.530-02:00</updated><title type='text'>A culpa é da "falta de inspiração"!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O mal da "falta de inspiração" tem me incomodado ultimamente. Estou na fase de andar nas ruas com os olhos arregalados à caça de uma boa estória para contar no blog. E encontro muitas (a maioria no ônibus...). Se procuram um ambiente rico em estórias boas, o ônibus é o local onde se escondem. Encontro tantas que tento evitar de abordá-las no blog. Ou então crio um só para o assunto. Qual seria o título? Ônibus? Em movimento? Na poltrona? De passagem? Sei lá... São estórias do tipo: a falta de respeito com os idosos, o mal-humor dos motoristas, a demora, a paisagem que se vê pela janela, enfim várias. E ainda ouso pôr a culpa na falta de inspiração! "A falta de inspiração já é um tema de &lt;em&gt;post", &lt;/em&gt;disse uma amiga. Entendi e cá estou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Acho que é mais preguiça de pensar do que outra coisa. Inspiração tenho sim, e muita! Há dias que quero fazer um texto sobre uma senhora que vejo todo dia na porta da casa dela olhando a rua pela janelinha. Penso começar o texto assim: "O que procura aquela senhora que aparenta uns oitenta anos a observar a rua através da grade da porta?" Aí paro. Mas o que sei mais dela? Só que observa a rua. E? NADA mais! Não sei se mora sozinha, se tem filhos, se é saudável mentalmente, se pode sair de casa... Mas não sei. Talvez seja mais uma refém da violência e tem medo de sair de trás da grade que a protege. Ou não. Talvez sofra de algum problema mental e não tem consciência do que faz. Ou ainda tem a liberdade cerceada pela proteção excessiva da família ou seja alvo de maus tratos. Ou finalmente não seja nada disso e o louco da conversa seja eu mesmo. São muitos "tavez". Só especulações.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Tenho muitas cartas na manga, mas não as uso. São impressões sobre cenas que vejo no meu dia-a-dia e que rendem excelentes estórias. Basta recortá-las do cotidiano e decodificar em forma de palavras. Só. Isso já foi muita coisa para mim, que não cultivei antes "esse adorável vício de escrever". Hoje não é mais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Estou com preguiça de pensar, de escrever, de apreender o que a minha capacidade de observação joga na minha cara, de organizar o tempo... Mas lembre-se, aos interessados, a culpa toda é da falta de inspiração!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-283199316039595026?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/283199316039595026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=283199316039595026&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/283199316039595026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/283199316039595026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/11/culpa-da-falta-de-inspirao.html' title='A culpa é da &quot;falta de inspiração&quot;!'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-7647549160105576267</id><published>2008-11-21T23:33:00.003-02:00</published><updated>2008-11-22T00:55:49.933-02:00</updated><title type='text'>Bastidores da história</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;"A gente está acompanhando um momento histórico, cara!", disse o meu chefe, Leonardo Alves, na noite da útima quinta-feira. Estávamos ele, eu, Mary e Denise na redação da TV Paraíba. Até aquele momento não havia parado para pensar sobre o assunto. Pelo rádio, acompanhávamos a sessão do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, que julgou o recurso protocolado pelo governador da Paraíba que pedia o cancelamento da cassação do mandato dele. Àquela altura, já podíamos perceber a tendência do voto dos ministros do TSE, favorável à cassação. A tendência foi confirmada minutos depois.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;De fato, vivíamos jornalisticamente um momento histórico para o Estado. Pela primeira vez um governador teve o mandato cassado e o candidato que ficou em segundo lugar nas últimas eleições com grandes chances de assumir o cargo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ouvimos fogos pipocar ao longe. Pelo msn, amigos nos informavam sobre alguma movimentação comemorativa em algum ponto do Estado. Na redação, os telefones ensairam o início de um festival de ligações. Só ensairam... Dos colegas da TV Cabo Branco, em João Pessoa, soube da correria deles para encontrar Cássio Cunha Lima (cassado) e o senador José Maranhão (governador do Estado dentro de alguns dias) para repercutir a decisão do TSE.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;As opiniões que ouvi foram as mais variadas, desde a indiganação de alguns, passando pelo sentimento de Justiça de poucos até chegar nas palavras de alegrias de outros tantos. Realmente a Paraíba trata a política como jogo onde torcidas rivais alternam vitórias. Falta consciência política a esse povo. Se soubessem o quanto a política é complexa e enxergassem a diferença que faz decidir pensando com a razão, não seriam assim. Não explico o que é a política porque também não sei. E por não conhecê-la profundamente, decido mais com a razão (ainda que a minha razão seja enganada) e evito penetrar nesse ambiente de torcida (des) organizada. Acho uma atitude correta para quem pretende fazer um Jornalismo cidadão competente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A troca de comando deve se dar dentro de alguns dias, tão logo a decisão seja publicada no Diário Oficial. Na dança das cadeiras, tomara que o cidadão comum não seja o único a ficar sem lugar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-7647549160105576267?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/7647549160105576267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=7647549160105576267&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/7647549160105576267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/7647549160105576267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/11/bastidores-da-histria.html' title='Bastidores da história'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-5109951941630929946</id><published>2008-11-17T14:26:00.017-02:00</published><updated>2008-12-08T00:03:44.135-02:00</updated><title type='text'>Lembram do primeiro dia?</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SSLLRbY2T_I/AAAAAAAAAB4/_4v7L_x7zDw/s1600-h/turma.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SSLLRbY2T_I/AAAAAAAAAB4/_4v7L_x7zDw/s1600-h/turma.jpg"&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/a&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5269998014247096306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 211px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SSLLRbY2T_I/AAAAAAAAAB4/_4v7L_x7zDw/s320/turma.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="WIDTH: 220px; HEIGHT: 55px"&gt;&lt;object height="55" width="220"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.deezer.com/embedded/small-widget-v2.swf?idSong=2163600&amp;amp;colorBackground=0x555552&amp;amp;textColor1=0xFFFFFF&amp;amp;colorVolume=0x39D1FD&amp;amp;autoplay=0"&gt;&lt;embed src="http://www.deezer.com/embedded/small-widget-v2.swf?idSong=2163600&amp;colorBackground=0x525252&amp;textColor1=0xFFFFFF&amp;colorVolume=0x39D1FD&amp;autoplay=0" type="application/x-shockwave-flash" width="220" height="55"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000000;"&gt;Discover &lt;a href="http://www.deezer.com/en/mcfly.html"&gt;McFly&lt;/a&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tirei um dia para relembrar momentos inesquecíveis destes quatro anos de faculdade. No computador, abri uma pasta com as fotos registradas em instantes distintos da nossa turma e mergulhei numa viagem ao passado distante. Num mundo onde tudo acontece com uma rapidez assustadora, um dia já pode ser considerado como passado distante... É a tal relatividade do tempo. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Foram elas que me fizeram lembrar do início de tudo, do primeiro dia. Na mesma semana em que soube do resultado do vestibular, tive acesso à lista com os nomes dos futuros colegas de turma. Confesso ter tentado identificar alguma característica pelo nome escrito no papel. Mania de quem gosta de conhecer o solo em que pisa... Mas mesmo sem conseguir identificar nenhuma, simpatizei com aquela turma da qual já fazia parte antes mesmo de conhecê-la.&lt;br /&gt;Do primeiro dia de aula, guardo algumas cenas na memória. Por exemplo, da primeira pessoa com a qual conversei. Ariane estava na porta da sala que fica em frente à cantina, quando cheguei e a interroguei: &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;− É aqui a sala do primeiro ano? &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;− É sim, respondeu. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;− Clébio, prazer. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;− Ariane. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ficamos calados no mesmo local. Foi ela a pessoa da turma que vi no primeiro dia de aula. Mas antes, no dia da matrícula, já havia trocado algumas poucas palavras com Demósthenes, Andreza, Mércia e Isabelle. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A primeira professora a conhecermos, Magliana, de língua portuguesa, nos chama para o interior da sala. Como bom observador, fito alguns colegas. Todo mundo calado, cismado. Vejo Taynana sentada atrás da minha cadeira, e Gilberto à minha frente. As expressões fortes do rosto de Taynana, confesso, não me agradaram. Cá comigo, pensei: “Vou ter problemas com ela”. Que bom me enganei. Ela foi uma impressão errada que tive. Hoje a considero uma das pessoas que mais gosto na turma. E de Gilberto, não preciso falar. Quem o conhece sabe que é o mesmo daquele dia de março de 2005. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Magliana conversa um pouco sobre o que é faculdade, nos dá as boas-vindas e autoriza algumas pessoas do Centro Acadêmico a entrar na sala para o famoso trote. Foi bem previsível. Balas jogadas sobre nós para representar algo doce que eles diziam querer nos passar no primeiro dia de faculdade. Sabia o que iria acontecer desde quando alguns deles começaram a discursar. Aliás, o CA continua bem previsível até hoje... Bem, depois da “aula” nos apresentamos, nomes e cidades. Gente de todo canto, idade, personalidade, sonhos, enfim, gente! &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Acho que disse algumas vezes que não tenho boa memória fotográfica e nem para guardar nomes. Provo. No fim da noite, fui para a frente da faculdade para aguardar o ônibus de volta. Denise está lá também na espera do transporte. Ela me aborda: &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;− Você é da minha turma, não é? &lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;− Sou??? &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;− Eu estava sentada no outro lado da sala e te vi de lá. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;− Ah, você é a menina de Cuité, né? &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;− Não, sou de Taquaritinga do Norte, Pernambuco. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;− Ah..., desculpa. É que não deu para conhecer e lembrar todo mundo ainda, justifiquei meio sem graça. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;Conversamos um bom tempo até um ir embora. Foi tempo suficiente para conhecer o sonho dela que, por sinal, é o mesmo meu. Daí a afinidade que temos. Não lembro se foi nesse dia, mas prometemos extra-oficialmente em tom de brincadeira (mas com um fundo de verdade) que dividiríamos a apresentação numa bancada de um telejornal da Globo. O compromisso ainda está de pé, Denise, e o destino parece que está ajudando... &lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="justify"&gt;Fui para casa. No caminho, a sensação de querer voltar o mais rápido possível. Esta sensação representa bem o sentimento que quero cultivar sempre: o da ansiedade em reencontrá-los. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;À Andréia, Denise, Gilberto, Andreza, Manassés, Neto, Morgana, Baiano, Cris, Walkênio, Tássita, Thiago, Gitana, Marçal, Ianna, Gérson, Manú, Marcos, Nadja, Bruno, Kaline, Felipe, Luís Auriclelson, Belinha, Demósthenes, Táyra, Fabrício, Yhamíriam, Taynana, Gilvânia, Dani, Léo, Avlairan, Renata, Aluska e aos que passaram por esta turma em qualquer época, &lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;PRAZER EM CONHECÊ-LOS! &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Como diria Tayra: "Essa turma é minha vida!"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-5109951941630929946?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/5109951941630929946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=5109951941630929946&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/5109951941630929946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/5109951941630929946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/11/lembram-do-primeiro-dia.html' title='Lembram do primeiro dia?'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SSLLRbY2T_I/AAAAAAAAAB4/_4v7L_x7zDw/s72-c/turma.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-5765360153308970622</id><published>2008-11-09T10:54:00.006-02:00</published><updated>2008-11-09T13:15:26.772-02:00</updated><title type='text'>Nostalgia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O assunto mais presente na minha manhã de hoje foi vestibular. Neste domingo, cerca de 26 mil e 500 pessoas começaram a intensa jornada de provas para tentar uma das 4 mil vagas na Universidade Federal de Campina Grande - &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;UFCG&lt;/span&gt;. As provas estão sendo realizadas em seis cidades do interior da Paraíba.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Cheguei ao ponto do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;ônibus&lt;/span&gt; faltando quinze minutos para ir ao trabalho na &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;redação&lt;/span&gt;. Coisas de plantão... Lá, vários jovens também esperavam o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;coletivo&lt;/span&gt; que os levariam a um dos muitos locais de prova. Dentro do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;ônibus&lt;/span&gt;, vestibular. Quando passei por um colégio estadual, mais vestibular. Várias pessoas amontoadas em frente ao portão. Algumas ainda com cadernos nas mãos a revisar o que ainda não estava seguro na cabeça. Já na TV, durante uma das ligações que faço para órgãos públicos (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;delegacias&lt;/span&gt;, hospitais, presídios, etc.), qual o assunto que ouço? Mais vestibular... Da delegacia de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;Cajazeiras&lt;/span&gt;, no alto sertão do estado, ouço: "Aqui está tudo calmo. O povo foi dormir cedo para o vestibular...", constatou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O que aqueles jovens procuram através do vestibular? Certamente muitos deles lá estão à procura de um sonho. Tiro isso por mim... Mas, certamente também, muitos deles estão à caça de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;status&lt;/span&gt; social, fama, dinheiro, vaidades vazias. Nesses quase quatro anos de faculdade já ouvi de tudo. Gente que estava &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;alí&lt;/span&gt; só para conseguir um diploma de nível superior e pronto. Será que eles acham mesmo que aquele diploma os torna superiores aos outros? Se a resposta for sim, pobres... Não sabem o prazer que sentimos a cada passo que damos no caminho de um sonho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O clima misto de esperança e ansiedade que senti no &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;interior&lt;/span&gt; do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;ônibus&lt;/span&gt; enquanto observava pela janela aqueles sonhadores - prefiro tratá-los assim - me fez sentir um pouco daqueles sentimentos. Parecia que eu também estava a caminho do vestibular. Confesso, senti vontade de fazer as provas de novo. Deixou-me feliz o fato de não ser o único a embarcar na nostalgia. Uma repórter que foi cobrir a manhã de provas também disse o mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Boa sorte aos candidatos à conquista de um sonho. O caminho é longo e, às vezes, não tão fácil. Mas bom é vencer os obstáculos e seguir em frente. A cada passo, uma vitória.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-5765360153308970622?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/5765360153308970622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=5765360153308970622&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/5765360153308970622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/5765360153308970622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/11/nostalgia.html' title='Nostalgia'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-2902653464016075710</id><published>2008-11-09T09:19:00.007-02:00</published><updated>2008-11-22T15:43:33.571-02:00</updated><title type='text'>Sobre a opinião na imprensa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Função difícil essa a do Jornalismo: a de formar opinião. Mas que precisa ser cumprida. Formar opinião significa, ao meu ver, dar todas as condições para que as pessoas possam desenvolver uma visão mais crítica acerca do mundo. Não essa à qual vemos, cuja razão de existência está atrelada à manutenção de interesses pessoais e mercadológicos. O Jornalismo, sobretudo o de tevê, está a cada dia fugindo um pouco mais dessa responsabilidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Não faz muito tempo que o principal telejornal do Brasil - o Jornal Nacional - retirou do seu conteúdo a participação mais que especial dos comentaristas Arnaldo Jabor e Franklin Martins e a charge inteligente de Chico Caruso. Jabor expunha a pertinente crítica através de comentários divulgados normalmente às sextas-feiras. Flanklin, às quintas, com uma coluna política. E Caruso, com as charges animadas aos sábados. De carona na onda do JN, seguiram outros telejornais das mais diversas emissoras. A Globo retirou da principal fonte de informação do país a opinião. Como justificativa, disse querer manter o caráter "eminentemente informativo" do Jornal Nacional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Quero assistir na televisão comentários que me ajudem a formar opinião. E opinião que me ajude de alguma forma a desenvolver minha humanidade e cidadania. Não quero ver e ouvir comentários de vento como o famoso "Isto é uma vergonha!", engessada na voz de Bóris Casoy. Ou os que Carlos Nascimento anda fazendo lá no SBT Brasil. Ele tem conteúdo para fazer inúmeras vezes mais do que aquilo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A Globo mantém ainda em seus quadros o comentarista Arnaldo Jabor, que participa quase que diariamente do Jornal da Globo (por sinal, um dos melhores da tevê brasileira. O Bom Dia Brasil é outro rico em opinião). Chico Caruso possui um quadro fixo no Fantástico, revista eletrônica dos domingos. Já Franklim Martins saiu da emissora para se tornar o responsável pela comunicação - ou ausência dela - do Governo Lula.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Sem Jabor, Martins e Caruso no principal telejornal do Brasil, resta-nos a opinião expressa raramente nos editoriais lidos por William Bonner, editor-chefe, e a expressão facial que o mesmo faz ao término de uma reportagem impactante; às vezes mais completa de opinião do que um comentário...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abaixo, está um belo exemplo de como a opinião deve ser exposta: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Fonte: Youtube&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-b2036da13257484a" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v16.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db2036da13257484a%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331882473%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5A8A51AE3EACF2F4F439A507365FF313CEC5FAF8.4A6D241B21AE4459E696787D8BCCC468BE072B5%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db2036da13257484a%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DaTeE0bwAdNKjWv-zTepBAyPtw34&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v16.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db2036da13257484a%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331882473%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5A8A51AE3EACF2F4F439A507365FF313CEC5FAF8.4A6D241B21AE4459E696787D8BCCC468BE072B5%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db2036da13257484a%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DaTeE0bwAdNKjWv-zTepBAyPtw34&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-2902653464016075710?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=b2036da13257484a&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/2902653464016075710/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=2902653464016075710&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/2902653464016075710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/2902653464016075710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/11/sobre-opinio-na-imprensa.html' title='Sobre a opinião na imprensa'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-4024656149070459075</id><published>2008-11-08T23:24:00.006-02:00</published><updated>2008-11-09T00:44:10.714-02:00</updated><title type='text'>Constatações</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Descobri que gosto do frio. Ele me incomoda de vez em quando, mas o calor excessivo comum ao nordeste não tem comparação: às vezes chega a ser insuportável. Gosto da chuva. Ela é carregada de emoção. Tem o poder de mudar o meu estado de espírito quando cai. Traz introspecção e me faz refletir. Penso melhor quando chove. Logo, coloco para tocar aquelas músicas internacionais mais leves, que eu jurava que eram românticas até o dia que escutei de alguém que a tradução de uma delas com melodia romântica falava sobre comida (?!). Surpresas do inglês e erro de leitura de quem não entende quase nada do idioma. Desde lá, sempre procuro a tradução, mas insisto em me agradar à primeira vista pela melodia do que pelo conteúdo da letra.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Mas a chuva não veio mais. E nem o frio. Agora, só calor dia e noite (quero deixar claro que o calor me agrada em certas circunstâncias!). Aquela névoa da noite e início da manhã, que via e sentia lá no brejo hoje não vejo nem sinto mais. Fiquei feliz ao vê-la de volta em Campina Grande, mas bastou pouco tempo na cidade para perceber que tudo muda muito rápido. O que estamos fazendo com a nossa casa (Terra)? O que antes demorava para mudar, hoje acontece num piscar de olhos, li-te-ral-men-te. As pessoas não caminham mais. Correm! Não se conversa com calma, manda-se recados por telefone ou meio parecido e pronto. Perder tempo para quê? "O tempo não pára", disse Cazuza.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;No movimento constante do tempo, muda-se de costumes. Quem ainda não percebeu que a distância entre as pessoas se alongou mais? E não falo da distância física, geográfica. A gente vê isso com os nossos vizinhos, não precisa ir muito longe. A frieza que envolve as pessoas hoje em dia não é a mesma da qual sinto falta. Acho que as pessoas deveriam aproveitar mais os poucos instantes de reflexão que a chuva e o frio proporcionam para mais uma vez mudar de postura com relação a muitas coisas. Do contrário, seremos a ironia de pessoas frias em ambiente quente. Estamos indo na contra-mão do planeta: enquanto este esquenta (temperatura), nos tornamos cada vez mais frios (relações humanas). De fato, uma ironia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-4024656149070459075?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/4024656149070459075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=4024656149070459075&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/4024656149070459075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/4024656149070459075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/11/constataes.html' title='Constatações'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-6771479511587271262</id><published>2008-10-30T23:40:00.009-02:00</published><updated>2008-10-31T12:02:50.217-02:00</updated><title type='text'>O veneno da limitação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Será que deve existir algo pior do que se sentir limitado? Bem, acho que sim. Mas não deve ser tão pior assim... Não poder andar, ver, ouvir, sentir, sorrir, falar, pensar... Existem tantas formas de limitação que fica difícil listar todas ou, no mínimo, a maioria. E o que me surpreende é que o ser humano foi preparado para agir sob qualquer espécie de limitação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Luta contra a fome, quando existem cerca de 1 bilhão de pobres no mundo; luta contra a violência, que faz somente no Brasil 48 mil vítimas anuais por homicídio (o que representa 1o% dos homícidios no mundo); contra a injustiça, onde tantos crimes permacem sem solução. Cito dois emblemáticos, entre tantos anônimos: o da missionária Doroty Stang e o da jornalista Sandra Gomide; luta pela liberdade de pensar, de agir, de falar, de decidir, de ir e vir, de manifestar-se, de opor-se, de se fazer ouvir; enfim, luta para viver.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Para um sonhador, não existe pedra maior do que a limitação; não só a que ele é responsável, mas também a que é imposta por outras pessoas e/ou circustâncias. Perguntem ao pai da dupla Zezé de Camargo e Luciano se as limitações por vezes não o fizeram pensar em desistir. Ou ao nadador paraolímpico Clodoaldo Silva se as palavras de desestímulo que deve ter ouvido na vida não o fizeram pensar sobre a capacidade dele enquanto atleta. E a quem tem sede de conhecimento, como é o meu caso e de tantas outras pessoas, se os entraves que encontramos no caminho não freiam o desejo de saber mais e mais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A sorte é que igual a bilhões de pessoas, eu, Francisco, Clodoaldo, lutamos todos os dias para vencer as limitações e as conseguimos vencer. Estou caminhando e isso é o que importa. Quanto aos limites que encontro no caminho, acabo descobrindo formas de pisá-los. Não são intransponíveis! Sou brasileiro e desistir não está no meu dicionário...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-6771479511587271262?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/6771479511587271262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=6771479511587271262&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/6771479511587271262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/6771479511587271262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/10/o-veneno-da-limitao.html' title='O veneno da limitação'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-4110680526057902315</id><published>2008-10-28T10:26:00.009-02:00</published><updated>2008-10-28T21:10:50.197-02:00</updated><title type='text'>Esse adorável vício de escrever</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Havia já esquecido como é prazeroso externar o que pensamos e/ou sentimos através das palavras escritas. Confesso, não lembrava da última vez que tinha parado um pouco na minha rotina para escrever algum texto que estivesse com muita vontade. Ontem senti bem isso. As idéias não paravam de "pipocar" na minha cabeça e chegaram a incomodar meu sono. Por pouco, quase levanto da cama e recomeço a escrever. O retorno a essa paixão antiga se deve a este maravilhoso meio chamado blog e às pessoas que, sem intenção, me apresentaram a ele.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;E por que "Aspectos do Cotidiano"? Sempre tive admiração pelas crônicas por elas possuírem sentimentos os mais variados nas entrelinhas. Rubem Braga ("Porque o silêncio não tem substância. Ele é vazio como grande redoma de vidro, e o que vive nele é a última palavra ou o último gesto"), Carlos Heitor Cony (&lt;a href="http://www.comamor.com.br/meias_vermelhas.asp"&gt;O menino das meias vermelhas&lt;/a&gt;), Pedro Bial (&lt;a href="http://br.youtube.com/watch?v=vOkZCop9CUE"&gt;Filtro Solar&lt;/a&gt;), Clarice Lispector ("É timidamente, é audaciosamente, que ouso falar sobre o mundo"), e por aí vai... As crônicas possuem mais conteúdo porque são carregadas de sentimentos. Fazem refletir. E foi por gostar tanto das crônicas que resolvi criar este blog, para exercitar a ferramenta de trabalho que - espero e confio - vai me acompanhar por toda a vida de jornalista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Todos os dias paramos para fazer alguma coisa que muitas vezes não acrescenta nada as nossas vidas. Assistimos à televisão, conversamos besteiras, discutimos, dormimos muito, ou... nem isso fazemos. Experimente escrever sobre o que tiver vontade nesse tempo e verás o quanto é prazeroso. E esse prazer vicia, eu que o diga. Boa parte da culpa dedico a Gilmara Dias, companheira de trabalho na Rede Paraíba de Comunicação. Foi lendo os textos que ela escrevia que renasceu em mim a vontade de escrever.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Havia já esquecido o quanto é bom escrever. Que bom, lembrei. A minha inspiração vem de tudo o que me cerca: o cotidiano.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-4110680526057902315?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/4110680526057902315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=4110680526057902315&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/4110680526057902315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/4110680526057902315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/10/esse-adorvel-vcio-de-escrever.html' title='Esse adorável vício de escrever'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-7870745371961287826</id><published>2008-10-28T00:04:00.009-02:00</published><updated>2008-10-28T02:07:37.671-02:00</updated><title type='text'>O poder de uma conversa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Considero a conversa uma das maiores fontes de conhecimento - se não a maior. E na conversa, acredito que ouvir seja o mais proveitoso. Enquanto ouvimos, trabalhamos a reflexão, identificamos contradições, aprendemos o que não falar, o que falar, estudamos o solo em que pisamos (metáfora), traçamos o mínimo do perfil de uma pessoa (acerta-se em algumas vezes se a audição for aliada da observação) e muitas vezes não nos leva a lugar nenhum e por aí vai... Mas isso nã0 acontece na maioria delas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Ultimamente o Jornalismo tem pautado a maioria das minhas conversas. Falei sobre o caso da menina sequestrada e morta pelo ex-namorado, sobre o editorial que William Bonner fez hoje sobre um caso de violência no Rio, onde uma mulher grávida e a filha de quatro anos foram baleadas - a mãe morreu -, sobre mercado de trabalho para a profissão, sobre o tratamento diferenciado que o jornalismo dedica a assuntos diferentes. Já ouvi dizer que temos duas orelhas e apenas uma boca para ouvir mais e falar menos. Até onde isso é verdade, não sei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Por enquanto, vou conversando na busca de mais aprendizado. Sobre o Jornaismo, continuo a filtrar o que me é dirigido para o bem e evoluo com isso. O chato é que não são todas as pessoas que enxergam nossa evolução - ou não querem enxergar. E, você sabe, no mercado de trabalho, dependemos muito da visão que os outros têm sobre nós e o nosso trabalho. Infelizmente e felizmente é assim.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Conversar me ajuda a formar opinião ou deformar a que já tenho. Normal. Ela serve para isso, para convencer. Conversar, ouvir, me ensina muito, mas por vezes também me confunde.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-7870745371961287826?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/7870745371961287826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=7870745371961287826&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/7870745371961287826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/7870745371961287826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/10/o-poder-de-uma-conversa.html' title='O poder de uma conversa'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-8567913161161063571</id><published>2008-10-26T15:52:00.000-02:00</published><updated>2008-10-26T16:34:14.004-02:00</updated><title type='text'>Assim é Campina Grande</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;26 de outubro de 2008. Para trinta cidades do Brasil, hoje é dia de voltar às urnas para decidir de uma vez por todas quem será o "servidor público" que irá administrar a cidade pelos próximos quatro anos. Campina Grande é uma delas. A cidade com mais de 266 mil eleitores está ansiosa para saber o nome do vencedor.&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falar sobre a política em Campina Grande é o mesmo que falar do clássico no futebol entre Treze e Campinense: paixão. Aqui, numa das maiores cidades do interior do nordeste, não esperava encontrar cenas típicas de um interior pequeno. A maioria das casas na cidade demonstram através de bandeiras sobre o teto a preferência política. E não são só as casas... Carros, bicicletas, ruas, postes, animais... Hã?! Pois não é que vi uma vez um cachorro vira-lata enfeitado de vermelho em plena movimentação política no primeiro turno! &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Outro dia ainda, vi o esterismo de uma mulher dentro do ônibus que provocava os adversários pela janela e o revide de quem se sentia ofendido. Campina é assim... extrema. A vontade de competir parece estar nas veias da população. Compete com João Pessoa (capital) para ser a cidade mais importante do Estado; compete dentro da cidade para ver qual o melhor time de futebol; compete para levar ao poder uma das duas cores que representam as coligações. E a competição é fervorosa! Mas, como tudo na vida, tem suas contradições e curiosidades. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Vi hoje pela janela do carro em que estava algo curioso. Duas casas enfeitadas com cores diferentes e que representavam gostos também diferentes. Uma ao lado da outra, enfeitadas na mesma proporção. Cá com meus botões, pensei: como deve ser a relação entre esses vizinhos?Confesso que queira ter visto as duas famílias em frente das casas conversando e sorrindo. Para a minha história seria excelente. Um exemplo de civilidade! Mas fiquei só no pensamento. No caminho, percebi situações idênticas. Em outro momento, vi de relance um carro com duas bandeiras: uma amarela e outra vermelha e o conselho "Vote Limpo". A identificação sobre qual seria o candidato daquele motorista ficou impossível. Até onde isso demonstrava modelo de pacificidade ou ironia, não sei. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A paixão do campinense (habitante) se estende também ao município. Não conheço outro local onde os moradores sentem tanto prazer em morar. A Justiça Eleitoral prevê para as 20h de hoje a divulgação do resutado final deste segundo turno. Será que toda essa paixão dedicada durante o período eleitoral será retribuída com trabalho sério, humano, honesto pelo vencedor do pleito? Com a palavra, os quatro anos que virão...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-8567913161161063571?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/8567913161161063571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=8567913161161063571&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/8567913161161063571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/8567913161161063571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/10/assim-campina-grande.html' title='Assim é Campina Grande'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6199819776045592087.post-5651399979200291954</id><published>2008-10-25T21:39:00.000-02:00</published><updated>2008-10-25T23:16:15.025-02:00</updated><title type='text'>No ônibus</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p&gt;Não é a primeira vez que vejo aquela criança de cabelos queimados do sol, roupa simples - na maioria das vezes sujas -, um pequeno limpador de pára-brisas na mão. Calculo que ele tenha uns quinze, dezesseis anos, não mais que isso. As bases deste cálculo são a fisionomia e o tom da conversa. &lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele sempre chega quando o ônibus da linha 910 estaciona em frente ao ponto no qual espero para ir ao trabalho na TV Paraíba, em Campina Grande. Jamais o vi pagar para ter acesso ao interior do coletivo. Os motoristas permitem a sua entrada por medo de que possam ser vítimas de alguma maldade do garoto. Ele entra e fala com todo mundo, com uma simpatia natural e um dom invejável para a comunicação. Pede moedas, às vezes com a desculpa de que precisa comprar material de trabalho. Aparenta ser um daqueles moleques que ficam parados no sinal à espera de um motorista que queira deixar limpo o pára-brisas do carro. Estranhas, as pessoas retiram do bolso moedas de pequeno valor e as entrega ao garoto. "É melhor eles pedirem do que nos roubar", justifica um senhor de idade que está sentado à minha frente. De longe, ele fita o garoto. "Parece que ele não é drogado. Deve cheirar lá a sua cola...", avalia. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pouco tempo depois, este mesmo senhor mudaria um pouco a opinião que tinha acerca do menino. Ele vira que o garoto ao descer do ônibus deixava transparecer duas facas presas à cintura. "Olha mesmo! Eu elogiando o danado e ele com duas facas...", bradou. Outro senhor que estava ao meu lado suspirou: "Tá vendo só? É por isso que costumo sempre dar uma moedinha. A gente nunca sabe o que eles podem fazer se não dermos nada." &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por um instante cheguei a refletir sobre essa atitude da sociedade em aceitar que as pessoas sejam obrigadas a dar dinheiro sob o risco de sofrerem algum atentado contra a integridade física. Mas logo, assim como o senhor da frente, mudei a opinião. Duas cenas das quais aquele moleque era ator me chamaram mais atenção do que as facas que portava. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A primeira foi ver que do mesmo local que conversava com uma menina de uns três anos, ele tirou do bolso um boneco que dizia ter comprado para o irmão mais novo. Era um pequeno homem-aranha de borracha que ele fez questão de mostrar como se fixava em qualquer superfície. Correu para o final do ônibus e colou o boneco que começou a descer aos poucos na superfície. As pessoas dentro do ônibus olhavam com interesse a demonstração. A outra foi a prestatividade com que ajudou uma senhora de idade que estava carregada de bolsas pesadas. Chamando de "vó", ele desceu do ônibus com as sacolas e as entregou à "avó" enquanto todos - inclusive eu - ficávamos olhando à espera que ele fugisse com os pertences da senhora. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não posso pensar que aquele menino seja apenas um bandido após ter presenciado uma atitude tão peculiar a uma criança. O que conheço dele são somente as impressões daqueles quinze minutos no ônibus. Quem sabe dos sonhos daquele moleque? Recuso-me a taxá-lo do que quer que seja. Não tenho esse direito e nem o quero ter. Aprendo muito observando, inclusive que não posso estereotipar as pessoas pela superficialidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6199819776045592087-5651399979200291954?l=aspectosdocotidiano.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/feeds/5651399979200291954/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6199819776045592087&amp;postID=5651399979200291954&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/5651399979200291954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6199819776045592087/posts/default/5651399979200291954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aspectosdocotidiano.blogspot.com/2008/10/no-nibus.html' title='No ônibus'/><author><name>Clébio Melo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09783242658928720174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_74R2ovkJSSo/SYMbUJy_ltI/AAAAAAAAADU/-Ijhhyeg7u0/S220/Eu+2.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
